Sonatas. Primeras Narraciones (Obras Completas Valle-Inclán 1)

de Ramón Del Valle-Inclán
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: DEBOLSILLO, outubro de 2016 ‧
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El primer volumen con las novelas de uno de los autores más destacados de la España contemporánea: Ramón María del Valle-Inclán. Durante la década que abarcan los relatos y novelas cortas reunidos en este volumen -la que va de 1895 a 1905-, Valle-Inclán se revela y consolida como un prosista deslumbrante, de un genio comparable únicamente al de Rubén Darío, su maestro y amigo. De las Sonatas se ha dicho que constituyen la cumbre de la prosa modernista en España, pero quizás sea más apropiado decir que son una de las cumbres de la prosa en español de cualquier época. Presentadas como fragmentos de las «memorias amables» del Marqués de Bradomín, siguen emanando, más de un siglo después, un encanto irresistible, derivado de la mezcla de una sensualidad un tanto pervertida con una melancólica ironía. Reseña:«La de Valle-Inclán fue la voz más decididamente literaria de su tiempo, la voz más renovadora de una generación de grandes escritores renovadores.»Alonso Zamora Vicente «DeBolsillo pondrá el 16 de febrero en las librerías los dos primeros tomos de sus obras completas, que incluirán, respectivamente, las primeras narraciones y los primeros dramas, donde Valle-Inclán se consolida como el escritor modernista de referencia en la lengua española.»H. J. Porto, La Voz de Galicia

Sonatas. Primeras Narraciones (Obras Completas Valle-Inclán 1)

de Ramón Del Valle-Inclán

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466337465
Editor: DEBOLSILLO
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Espanhol
Dimensões: 124 x 164 x 44 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 768
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788466337465

SOBRE O AUTOR

Ramón Del Valle-Inclán

Ramón del Valle-Inclán nasceu em Vilanova de Arousa, (Pontevedra), em 1866, numa família da aristocracia galega com convicções liberais. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Santiago de Compostela, sem, no entanto, o concluir. Em Madrid, para onde vai em 1890, inicia a sua atividade literária, escrevendo contos e artigos para a imprensa. Viajou para o México em 1892. E em 1895 publica o seu primeiro livro, Femininas. Instala-se em Madrid em 96-97, no tumulto daqueles anos em que desponta um século novo, por entre a boémia, a rebeldia, a febre modernista, as tertúlias literárias fervilhantes de inovações. É ferido num duelo com Manuel Bueno, e sofrerá, em consequência dessa ferida, a amputação do braço esquerdo. Vai publicando contos, traduções, artigos até que, em 1902, publica Sonata de Outono<7i>, iniciando uma das mais inovadoras obras literárias de Espanha, reconhecida internacionalmente. Seguem-se as demais Sonatas [de Verão (1903), de Primavera (1904) e de Inverno (1905)] e, com elas, a invenção de uma personagem, o Marquês de Bradomín que ombreia com os grandes mitos da literatura clássica, como Don Juan. Depois do seu casamento com a atriz Josefina Blanco, escreve para o teatro a série Comedias Bárbaras [Àguila de Blasón, [1907, Romance de Lobos, 1908, Cara de Plata, 1909), amplo panorama social onde começa a desenhar-se a deformação dramática que irá caracterizar a sua obra posterior. Foi professor na Academia de San Fernando (1916). E será em 1920 que publica, entre outras peças, Divinas Palavras e Luces de Bohemia, o seu primeiro esperpento, termo que inventou para designar a sua peculiar maneira de deformar o mundo ("os heróis clássicos refletidos num espelho côncavo dão o esperpento", escreve), mordaz, dramática, grotesca. Continuará a escrever teatro, sendo mundialmente representadas as peças que recolheu em Martes de Carnaval (Los Cuernos de Don Friolera, de 1925, Las Galas del Difunto, (1926), La Hija del Capitan (1927). De 1926 é o seu romance mais célebre, Tirano Banderas, retrato de uma ditadura sul-americana que viria a influenciar toda a literatura posterior. A instauração da República em 1931 trouxe-lhe algum reconhecimento público, e chegou a ser presidente do Ateneo de Madrid (1932). Morreu em Santiago de Compostela, aos 69 anos, em 1936. É por muitos considerado o maior dramaturgo espanhol do século XX.

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