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Sombrero De Tres Picos, El

de Pedro António de Alarcon
idioma: espanhol
Editor: HOMO LEGENS, outubro de 2011 ‧
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Esta novela corta o cuento amplificado se desarrolla en los primeros años del siglo XIX. En aquel tiempo, había cerca de una ciudad andaluza un molino harinero frecuentado por los paseantes más caracterizados de la citada población, que tenían allí su tertulia. Entre ellos se hallaba el corregidor, que acabó prendándose de la bella y honesta molinera. El relato está magníficamente construido en su estructura dramática, los personajes han sido perfilados con maestría y el ambiente, los tipos y las escenas, trazados con gran acierto. Los antecedentes de esta narración, escrita en 1874, se encuentran en los romances de ciegos y en un sainete de mediados del siglo XIX, pero ha sido Alarcón quien ha logrado estilizar lo popular e insertar la anécdota ya para siempre en la cultura española. Se observa en el autor una actitud moralizadora, el pícaro corregidor queda burlado y en ridículo, el honor sin mancilla y el celoso avergonzado. Todo ello dentro de una actitud realista, con un soplo entrañable y romántico.

Sombrero De Tres Picos, El

de Pedro António de Alarcon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788492518890
Editor: HOMO LEGENS
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788492518890

SOBRE O AUTOR

Pedro António de Alarcon

Pedro António Joaquín Melitón de Alarcón nasceu a 10 de Março, de 1833, em Guadix, Espanha. Em 1847 muda-se para Granada para iniciar os seus estudos universitários, mas as dificuldades financeiras da família, levam-no a regressar à sua cidade natal. Embora não tivesse vocação para clérigo, a sua estadia num seminário inicia-o nas lides literárias, levando-o a escrever, entre 1848 e 1849, quatro obras para teatro, que revelaram a sua criatividade e capacidade efabulatória e romântica. Em 1853, decide abandonar a via eclesiástica e rumar para Cádiz, onde virá a dirigir a revista literária El Eco de Occidente, onde incluiu os seus primeiros contos. Em 1853, funda um jornal anticlerical e antimilitarista, que chega a alcançar grande popularidade. Em 1854, encabeça o movimento liberal em Granada, encontrando-se no período mais romântico da sua vida. Em 1859, ingressa voluntariamente no exército e escreve uma série de crónicas sobre cenários de guerra que foram compiladas no livro Diário de um Testigo de La Guerra de Àfrica. Em 1865, casa-se e dez anos mais tarde é eleito membro da Real Academia Espanhola. Um derrame cerebral provoca-lhe a morte, a 19 de Julho de 1891.

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