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Sobre o Futuro de Nash

de Mário Moutinho de Pádua
Editor: Edições Fenix, setembro de 2021 ‧
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O autor era - e, vamos lá, ainda é - um devorador de novelas de ficção científica, Algumas…

A sua deceção com o género da literatura foi aumentando á medida que se amontoavam as obras escritas nos decénios após a II Guerra Mundial, porque a mensagem geral se acinzentou para além do suportável.... Estes romances ensombram - se progressivamente, ao longo da segunda metade do século XX... Planetas gelados, acabrunhados e vidas esperançadas, povos escravizados por dotadores sádicos anunciam um futuro que não desejo para a espécie humana. à imagem da selva humana das cidades americanas.

A parábola Sobre o Futuro de Nash procura fugir a essa evolução onde a maioria das anglo-saxões afundam a ficção científica, a qual me fazia acreditar em mundos bem-aventurados.

Uma advertência qualquer romance de ficção científica baseia - se num contrato tático entre o leitor e o escritor, segundo o qual todos, ou quase todos, os acontecimentos são admissíveis.

Com que finalidade?
Qual a minha resposta?
Desejaria que ela transparecesse sem ambiguidade no Futuro de Nash.

Sobre o Futuro de Nash

de Mário Moutinho de Pádua

Propriedade Descrição
ISBN: 9782021090888
Editor: Edições Fenix
Data de Lançamento: setembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 231 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 269
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9782021090888

SOBRE O AUTOR

Mário Moutinho de Pádua

Mário Moutinho de Pádua desertou da guerra colonial em 1961 na frente de combate perto da fronteira em Congo ex-Leopoldville. Dessa aventura resultaram dois livros: "Guerra de Angola" - "Dario de um Médico em Campanha" e "No Percurso de Guerras Coloniais", este porque ainda durante dois anos e meio prestou auxilio medido á guerrilha do PAIGC na Guiné Bissau. Em 1969 com o fruto de uma pequena herança, satisfaz o sonho de se especializar em França, Depois do 25 de Abril regressa a Portugal, reintegra o exército português até pouco depois do 25 de novembro. Das memórias de juventude no PCP publica "A Estrada de Mil Léguas" e do passado colonial sai "insurreição – Os anos Dourados do Colonialismo". O contacto com a Reforma Agrária permite lhe escrever "o grande Conluio contra a Reforma Agrária" e finalmente retrata uma família aparentada , e simultaneamente o país ao longo do século XX em "Manuel e a sua Família". Atividade hospitalar traduziu-se em alguns artigos.

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