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Sobre La Bellesa Musical

de Eduard Hanslick
idioma: espanhol, catalão
Editor: Papers amb Accent, Janeiro de 2016 ‧
14,27€
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Publicat per primera vegada el 1854 i reeditat contínuament des d'aleshores, "Sobre la bellesa musical", d'Eduard Hanslick (1825-1904), és el text fundacional de l'estètica musical moderna. Amb un estil vehement i percussor, Hanslick ataca les tesis de l'expressivisme romàntic, defensat sobretot per Richard Wagner, i defensa que la música és incapaç d'expressar sentiments. Contra una audició psicològica i patològica de la música, Hanslick reivindicarà una audició espiritual i estètica, que permeti a l'oient detectar i valorar l'especificitat del fenomen musical i de la seva bellesa.

Sobre La Bellesa Musical

de Eduard Hanslick

Propriedade Descrição
ISBN: 9788493681982
Editor: Papers amb Accent
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 172
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Música
EAN: 9788493681982

SOBRE O AUTOR

Eduard Hanslick

Eduard Hanslick (Praga, 11 de setembro de 1825 - 6 de agosto de 1904) foi considerado o mais influente crítico musical do século XIX.

Em suas memórias, Eduard citou que a história da música realmente começou com Mozart e culminou em Beethoven, Schumann e Brahms. Atualmente, ele é mais conhecido por seu apoio à música de Brahms e a rejeição ad música de Wagner, um episódio do século XIX conhecido pelo termo "Guerra dos Românticos". Em contrapartira, o crítico Richard Pohl representava compositores progressitas, que além de Wagner incluia Liszt. Eduard Hanslick defende a necessidade de uma revisão da estética da arte sonora. Faz-se necessário descobrir, através da razão, por que uma obra de arte agrada; isso se faz possível através de uma investigação da obra de arte e não apenas nas sensações do sujeito que a contempla e nos sentimentos nele suscitados. Deve-se investigar o objeto belo, e não o sujeito senciente. Em seu livro "Do belo musical - um contributo para a revisão da estética da arte dos sons", escrito em 1854, o autor defende que a peça sonora é criada majoritariamente na fantasia (imaginação) do artista e será interpretada também na imaginação do ouvinte. O núcleo da música, o belo musical, está na contemplação pura da forma e não nos sentimentos do compositor ou do ouvinte. Nesse processo, "diante do belo, a fantasia não é apenas um contemplar, mas um contemplar com entendimento." (HANSLICK, 2002, pág.16). Se a imaginação é a faculdade genuína de recepção do belo, não só para a música mas para todas as artes, o efeito do belo sobre o sentimento é secundário. Toda obra de arte se relacionará também com o nosso sentir, mas não em uma relação exclusiva. As definições e opiniões que supervalorizam os sentimentos tratam apenas de parte do processo de fruição artística.

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