Sintagma de Mim ... Fragmentos de Nós!
Editor:
Mosaico de Palavras, março de 2013 ‧
ver detalhes do produto
13,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
VURKdk0xQnhXVGx4VEZaWmFraDVLMGRGYlVzd1NuVlhaRWRwUVUxb0szaFViRTk0VUM5SFpWQlFNVEZ3VTBwd05IWjFlWE5RUXpSclJraDBlVmxpUlM5cmRVbEpXbUpzYlVWelkwMVJOMWg1YUZCUldsZHNWMjV1UjB4VEsxZFhRWGN5T1ZWVVRIWnFNMDVOZDFkelVFZFNOMGxtVm1aUU0zQklaVXBoVVdab1ZXMDBOVmcyU1VkdkswNXZkVmgwVHpsNVQyazNhbWxqY2xSNFZURllXbTlVYWxkbWNHeDZTV1YzZWxVeWRIbGtUMDlUYjJ0a1NUVkliazVETDFCUVlVRndjMDVxTlhCUWEzSlZORmRxT0ZoUVptWmhTMDEyY0RCQ00yMUJVSGRJVHl0cFFtRkxhR05YVGtjeWJFWm1kRGRhYkZsdU5EbFhOemxTVkdwamNVMHlOa3Q2ZVhkcFNrTlJaSEl2ZVVaM2VFdDFkMVZ3WlRneGEwTTJjVmN2UzNOTlVVbGhRMjR6ZURBeE9WSk9jRW80ZFc5R09GQlBVSFo1YlRGM1NtY3ZjVXRoWTFsMGNUaFhiMmxUWVhaUlNqWnBSbVZsWTJoRlduazBUeXR4UWk5VU1YcG1WbWRDT1RkcVZtSXpVMUJWYUZGNFZqQnFWRGcyY1dRclNtWmlVV2xTYzJsb09HNDBUa3RsUWxSR0wyTnhaekl3UTNsMVVIRklhMWR0U1ROMFVVNWpabmxXUm5oWEwzbzNSalppY3pkSmFrOHZXVVpVUkdzMk5IaEhhbVpCVURVckwyZFZTVEE0YkhKaVRVWnBRVFpvYTJkRGFVeFVjRnB0TUVkM00wSlZSRWN4VW0xNFVXcDNPVXRFU3pCellXeDJhRzVrUldOd1FrZEJNMmxTYkZGcmVFMURja3BYVG5OQlIzVTBTM3BCUXpZclVWZG9jQ3REWmtwRGMzSjNVRU5DZVhBdlExbHZiRUYwVVZWc1pDOWljamxSVHl0b1pWVnNOa3A2TjJkUU1raHliMjh5Y0ZCMllYTjBWa0prUjNaeGRGbEtNMEY1ZWpRMGR6aENhRXc1WTFkNlZXODVkbXhTWldWaGMxWXpkek5vVDB0aU1ITllORVpOYXpGRFVXWmhSRzQzWWtSaGR6RTRNRlZpVm1SSmJrTTRjVXB3V0d0TWRVaE1RMDFxVG1VNUwydG1iSGhRWjFWR1JVZE9jSG94VUVkaVZtaDNVVk5OUlVGbFdscEVjbEJpWjNoT1Zsa3JSbVV6VERoTlMybEhNQ3Q2Y1U1VVZITmxUVFZrTUhsQ1QyUjVabXRuUFE9PTp2ZHd4eXJQdmJGY2ZFdXBDQ2x0RlN3PT0=
EM STOCK
-
SINOPSE
Sintagma - unidade de análise sintática composta por um núcleo e por outros termos que a ele se unem, formando uma locução que entrará na formação da oração - é a palavra-génese assente num núcleo, o eu que é cada um de nós, para se unir aos outros, aos fragmentos do nós que se compõe do eu e dos outros. Se dúvidas houvesse sobre esta união eu-outros, bastaria ler este excerto do poema que abre a porta para a obra para as desfazermos e reconhecermos a intenção abrangente do poeta: "Sintagma de mim tem pai e mãe, tem gente bem por perto / Aqueles cujas vidas são a vida que recebo em cada dia… / Sintagma de mim tem um lugar, um poiso certo / Nos ramos das florestas que percorro em noite fria!" (poema "Sintagma").
Percebendo-se a si próprio enquanto núcleo de si e termo / unidade de um conjunto, o poeta inclina-se até ao fundo de si próprio, em busca do que anda submerso no dia a dia, mas também querendo encontrar "em cada letra o riso do espaço, a graça de tantas reticências!". Mas, apesar de lhe doerem as costas, "De tanto me inclinar até ao fundo de mim próprio" (poema "…"), ele não se escusa a ir atrás dos outros, unidos a si no pronome "nós" que ousou introduzir no título, atrás da "Gente que corre maratonas / Para arranjar o pão de cada dia!" (poema "Carnaval"), pois ele se sente parte dessa "gente" em busca do bíblico "pão de cada dia".
Trata-se de uma poesia que jorra do íntimo do poeta, mas se pode espalhar por toda a realidade humana, nas suas complexidades, angústias e vertigens, na sua verticalidade e na sua contradição. Dir-se-ia que o poeta viaja sobre essa ave múltipla que é o homem de hoje e de sempre, desnudando em cada lance uma esquina da condição humana. Uma poesia que se lê vorazmente, pois cada poema é a entrada para diferente campo.
Percebendo-se a si próprio enquanto núcleo de si e termo / unidade de um conjunto, o poeta inclina-se até ao fundo de si próprio, em busca do que anda submerso no dia a dia, mas também querendo encontrar "em cada letra o riso do espaço, a graça de tantas reticências!". Mas, apesar de lhe doerem as costas, "De tanto me inclinar até ao fundo de mim próprio" (poema "…"), ele não se escusa a ir atrás dos outros, unidos a si no pronome "nós" que ousou introduzir no título, atrás da "Gente que corre maratonas / Para arranjar o pão de cada dia!" (poema "Carnaval"), pois ele se sente parte dessa "gente" em busca do bíblico "pão de cada dia".
Trata-se de uma poesia que jorra do íntimo do poeta, mas se pode espalhar por toda a realidade humana, nas suas complexidades, angústias e vertigens, na sua verticalidade e na sua contradição. Dir-se-ia que o poeta viaja sobre essa ave múltipla que é o homem de hoje e de sempre, desnudando em cada lance uma esquina da condição humana. Uma poesia que se lê vorazmente, pois cada poema é a entrada para diferente campo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898253989 |
| Editor: | Mosaico de Palavras |
| Data de Lançamento: | março de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 209 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 175 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789898253989 |