Sintagma de Mim ... Fragmentos de Nós!
Editor:
Mosaico de Palavras, março de 2013 ‧
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SINOPSE
Sintagma - unidade de análise sintática composta por um núcleo e por outros termos que a ele se unem, formando uma locução que entrará na formação da oração - é a palavra-génese assente num núcleo, o eu que é cada um de nós, para se unir aos outros, aos fragmentos do nós que se compõe do eu e dos outros. Se dúvidas houvesse sobre esta união eu-outros, bastaria ler este excerto do poema que abre a porta para a obra para as desfazermos e reconhecermos a intenção abrangente do poeta: "Sintagma de mim tem pai e mãe, tem gente bem por perto / Aqueles cujas vidas são a vida que recebo em cada dia… / Sintagma de mim tem um lugar, um poiso certo / Nos ramos das florestas que percorro em noite fria!" (poema "Sintagma").
Percebendo-se a si próprio enquanto núcleo de si e termo / unidade de um conjunto, o poeta inclina-se até ao fundo de si próprio, em busca do que anda submerso no dia a dia, mas também querendo encontrar "em cada letra o riso do espaço, a graça de tantas reticências!". Mas, apesar de lhe doerem as costas, "De tanto me inclinar até ao fundo de mim próprio" (poema "…"), ele não se escusa a ir atrás dos outros, unidos a si no pronome "nós" que ousou introduzir no título, atrás da "Gente que corre maratonas / Para arranjar o pão de cada dia!" (poema "Carnaval"), pois ele se sente parte dessa "gente" em busca do bíblico "pão de cada dia".
Trata-se de uma poesia que jorra do íntimo do poeta, mas se pode espalhar por toda a realidade humana, nas suas complexidades, angústias e vertigens, na sua verticalidade e na sua contradição. Dir-se-ia que o poeta viaja sobre essa ave múltipla que é o homem de hoje e de sempre, desnudando em cada lance uma esquina da condição humana. Uma poesia que se lê vorazmente, pois cada poema é a entrada para diferente campo.
Percebendo-se a si próprio enquanto núcleo de si e termo / unidade de um conjunto, o poeta inclina-se até ao fundo de si próprio, em busca do que anda submerso no dia a dia, mas também querendo encontrar "em cada letra o riso do espaço, a graça de tantas reticências!". Mas, apesar de lhe doerem as costas, "De tanto me inclinar até ao fundo de mim próprio" (poema "…"), ele não se escusa a ir atrás dos outros, unidos a si no pronome "nós" que ousou introduzir no título, atrás da "Gente que corre maratonas / Para arranjar o pão de cada dia!" (poema "Carnaval"), pois ele se sente parte dessa "gente" em busca do bíblico "pão de cada dia".
Trata-se de uma poesia que jorra do íntimo do poeta, mas se pode espalhar por toda a realidade humana, nas suas complexidades, angústias e vertigens, na sua verticalidade e na sua contradição. Dir-se-ia que o poeta viaja sobre essa ave múltipla que é o homem de hoje e de sempre, desnudando em cada lance uma esquina da condição humana. Uma poesia que se lê vorazmente, pois cada poema é a entrada para diferente campo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898253989 |
| Editor: | Mosaico de Palavras |
| Data de Lançamento: | março de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 209 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 175 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789898253989 |