Silas Marner

de George Eliot
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: ALIANZA, fevereiro de 2012 ‧
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Silas Marner, un bondadoso tejedor, es acusado de un robo abyecto cometido por su mejor amigo, lo que le obliga a exiliarse de su comunidad. Se instala en Raveloe, un pueblo apartado, en donde se convierte en un solitario y huraño avariento cuya existencia se reduce al trabajo en el telar y a acumular un tesoro en monedas de oro y plata. Dos sucesos inesperados cambiarán su amarga monotonía: el robo de su dinero y la súbita aparición en su casa de una niña huérfana. Su avaricia y su desconfianza hacia el forastero, hacia lo desconocido, se tornan en un inusitado amor desinteresado por la niña abandonada. El destino de ambos se verá ligado al de Godfrey Cass, el hijo del terrateniente local, quien, al igual que Silas Marner, está atrapado por su pasado. Silas Marner fue la novela preferida de George Eliot y uno de los relatos clásicos que más han reconfortado a sucesivas generaciones de lectores. Con una profunda comprensión de la naturaleza humana, George Eliot combina el humor con la aguda crítica social para crear un retrato afectuoso, pero sin sentimentalismos, de la vida rural en la sociedad preindustrial de principios del siglo XIX. "Silas Marner ocupa un lugar relevante en la obra de la autora. Es lo más cercano a una obra maestra. Tiene los elementos de sencillez, madurez y consumación (...) que definen una obra clásica." Henry James

Silas Marner

de George Eliot

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420669571
Editor: ALIANZA
Data de Lançamento: fevereiro de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ala Delta (Ed. Catal
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788420669571

SOBRE O AUTOR

George Eliot

Marian (Mary Anne) Evans, que se tornará conhecida como George Eliot, nasceu a 22 de novembro de 1819 em Arbury, na Grã-Bretanha.
Escreveu sete romances, entre eles Adam Bede (1859), O Moinho à Beira do Floss (1860), Silas Marner (1861), Middlemarch (1871-72) e Daniel Deronda (1876). A maioria deles tem por cenário a Inglaterra provinciana.
Marian Evans adotou o nome masculino de George Eliot para que os seus trabalhos fossem levados a sério. Embora autoras da época utilizassem os seus nomes próprios, Eliot quis escapar ao preconceito segundo o qual as mulheres apenas escreveriam romances ligeiros.
Enquanto criança, Marian Evans foi uma leitora voraz. A sua inteligência fez que o seu pai investisse numa educação fora do comum para uma mulher. Dos cinco aos nove anos, Evans frequentou, juntamente com a sua irmã Chrissey, a escola de Miss Latham em Attleborough. Passou depois para a escola de Mrs Wallington em Nuneaton e, finalmente, para a de Miss Franklin, em Coventry.
A partir dos dezasseis anos, Evans teve pouco acesso a uma educação formal. Mas, devido à importância do seu pai no mundo imobiliário, frequentou a biblioteca de Arbury Hall, o que a ajudou na sua formação clássica, sobretudo na literatura grega, que viria a marcar as suas obras.
Em 1836 a sua mãe faleceu, e Evans, com apenas dezasseis anos, regressou a casa. Mais tarde começou a questionar a fé religiosa, o que fez que o seu pai a quisesse expulsar.
Regressou a Londres em 1850, com o intuito de se tornar escritora. Alojou-se na casa de John Chapman, um editor radical que conhecera em Rosehill e publicara uma tradução sua. Chapman tinha comprado recentemente o The Westminster Review, de que Evans acabou por se tornar assistente editorial em 1851.
Também nesse ano, conheceu o filósofo e crítico George Henry Lewes. Três anos mais tarde decidiram viver juntos. Lewes era casado com Agnes Jervis, mas concordaram em ter uma relação aberta. Além dos três filhos que tiveram em conjunto, Agnes tinha mais dois filhos de Thornton Leigh Hunt.
Evans e Lewes acabaram por casar, passando a lua-de-mel na Alemanha.
Enquanto continuava a colaborar com o The Westminster Review, Marian Evans tinha resolvido tornar-se romancista, como anunciou num dos seus últimos ensaios para o jornal, «Silly Novels by Lady Novelists».
Em 1858, Amos Barton, a primeira parte de Scenes of Clerical Life, foi publicada na Blackwood Magazine, sendo bem recebida. O seu primeiro romance completo, Adam Bede, publicado em 1859, foi um êxito imediato, provocando curiosidade em torno deste novo «autor».
Marian Evans continuou a escrever romances durante quinze anos.
A 16 de maio de 1880, casou-se com um homem vinte anos mais novo que ela, de apelido Cross. Mudou de novo o seu nome, desta vez para Mary Anne Cross. O casamento teve o consentimento do seu irmão Isaac, que rompera relações com a irmã quando esta se juntara a Lewes. Cross era uma pessoa instável. Durante a lua-de-mel, atirou-se (ou caiu) da varanda do hotel para o Grande Canal em Veneza. Depois de voltar para Inglaterra, o casal mudou-se para Chelsea. Foi nesta altura que Evans adoeceu com uma infeção na garganta que, juntamente com a doença de fígado de que sofria há anos, acabou por a levar à morte a 22 de dezembro de 1880.
Tinha então 61 anos. Deixou um rasto de audácia amorosa na sua vida pessoal e uma obra invulgar, uma ficção realista e impregnada de introspeção psicológica, que fez dela uma das principais romancistas da era vitoriana.

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