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Sido

de Colette
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: ACANTILADO, abril de 2026 ‧
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«Has heredado mis gustos, tesoro mi?o. Te encantan los cataclismos, el soplo del viento entre los a?rboles, el amor a los bellos a?rboles, los ri?os y el mar», escribio? Sidonie Landoy a su hija Colette en una carta de 1907. En respuesta, la escritora ofrece a su madre el retrato de una mujer libre y apasionada, entregada a sus hijos, a la naturaleza y a los animales. En torno a ella gravitan su marido?el enigma?tico Capita?n, lector empedernido?, sus dos hijas y los dos «salvajes» hijos varones que abandonan el hogar para recorrer el campo... Un belli?simo relato autobiogra?fico a trave?s del cual la gran escritora hilvana el recuerdo de una infancia feliz en el que tienen cabida tanto la nostalgia como la celebracio?n de la vida.

Sido

de Colette

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387964184
Editor: ACANTILADO
Data de Lançamento: abril de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 131 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9791387964184

SOBRE O AUTOR

Colette

Sidonie Gabrielle Colette nasceu em 1873 em Saint-Sauveur-en-Puisaye. Aos vinte anos casa com Gauthier-Villars, autor de romances populares mais conhecido pelo nome de Willy, e vai viver para Paris. Começa a escrever o seu primeiro livro, Claudine à L’École, que, depois de corrigido pelo marido, aparecerá em 1900 apenas com o nome deste. Aproveitando o enorme êxito obtido, Willy leva Colette a escrever mais cinco romances, que serão publicados como o primeiro, sem que figure o nome da autora. Em 1906, os Willy divorciam-se e Colette, para sobreviver, faz-se artista de music-hall, mas sem deixar de escrever. É essa experiência que será aproveitada em La Vagabonde (1911).
Em 1912, casa com Henri de Juvenel, escritor e homem de Estado, com quem vive até 1924. Em 1935, casa pela terceira vez, com Maurice Goudeket. Entretanto, continua a publicar os seus livros, que a foram impondo como a primeira escritora francesa dos nossos dias. Chéri (1920), Le Blé en Herbe (1923), O Fim de Chéri (1926), La Chatte (1933) e Gigi (1943) são as suas verdadeiras obras-primas.

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