São Francisco de Assis

de G.K. Chesterton
Editor: Alêtheia Editores, maio de 2013 ‧
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Posso dizer (o que significa muito pouco) que São Francisco estava à frente do seu tempo. Haveria muito a dizer sobre o homem que tentou acabar com as Cruzadas, falando com os sarracenos, ou que intercedeu pelos pássaros junto do Imperador. Ou posso tentar fazê-lo, como outros fizeram, quase sem levantar qualquer questão religiosa. Em suma, posso tentar contar a história de um santo sem Deus, o que é como dizer escrever a vida de Fridtjof Nansen (explorador norueguês que chegou primeiro à Gronelândia) e estar proibido de mencionar Pólo Norte.

São Francisco de Assis

de G.K. Chesterton

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896225445
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: maio de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 218 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
Livros em Português > Religião e Moral > Ciência e História das Religiões
EAN: 9789896225445

Mais do que uma biografia

Francisco Chaves

Há muito que desejo ler uma biografia de São Francisco Assis, e não foi desta vez que satisfiz esse desejo. No entanto, Chesterton, mais do que debitar dados biográficos, ajuda-nos a compreender o contexto, o Homem e a obra de Francisco de Assis. Não me arrependi da leitura desta obra que, certamente, me ajudará numa leitura futura de uma biografia. Muito bom!

SOBRE O AUTOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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