Sair da Grande Noite
Ensaio Sobre a África Descolonizada
Editor:
Pedago, maio de 2014 ‧
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SINOPSE
A descolonização africana não terá sido apenas um acidente tumultuoso, um estilhaço à superfície, o sinal de um futuro a subtrair-se?
No presente ensaio crítico Achille Mbembe demonstra que - para lá das crises e da destruição que muito afetaram o continente desde as independências - novas sociedades emergem, concretizando a sua síntese a partir da reconstituição, da distribuição das diferenças entre si e os outros e da circulação dos homens e das culturas. Esse universo crioulo, cuja trama intrincada e invariável oscila incessantemente entre uma forma e outra, constitui a base de uma modernidade que o autor qualifica de «afropolitana».
Obviamente que é necessário desencriptar essas mutações africanas, confrontando-as também com as evoluções das sociedades pós-coloniais europeias - designadamente a francesa, que descolonizou sem se Auto descolonizar - para acabar definitivamente com a raça, a fronteira e a violência que continuam arraigadas nos imaginários de ambas as margens do Mediterrâneo. Eis a condição para que o passado comum se torne, finalmente, num passado partilhado.
Escrito num tom que tem tanto de moderado quanto de incandescente e muitas vezes de poético, o presente ensaio constitui um texto essencial do pensamento pós-colonial.
No presente ensaio crítico Achille Mbembe demonstra que - para lá das crises e da destruição que muito afetaram o continente desde as independências - novas sociedades emergem, concretizando a sua síntese a partir da reconstituição, da distribuição das diferenças entre si e os outros e da circulação dos homens e das culturas. Esse universo crioulo, cuja trama intrincada e invariável oscila incessantemente entre uma forma e outra, constitui a base de uma modernidade que o autor qualifica de «afropolitana».
Obviamente que é necessário desencriptar essas mutações africanas, confrontando-as também com as evoluções das sociedades pós-coloniais europeias - designadamente a francesa, que descolonizou sem se Auto descolonizar - para acabar definitivamente com a raça, a fronteira e a violência que continuam arraigadas nos imaginários de ambas as margens do Mediterrâneo. Eis a condição para que o passado comum se torne, finalmente, num passado partilhado.
Escrito num tom que tem tanto de moderado quanto de incandescente e muitas vezes de poético, o presente ensaio constitui um texto essencial do pensamento pós-colonial.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898655318 |
| Editor: | Pedago |
| Data de Lançamento: | maio de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 0 x 0 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 200 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Reler África |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789898655318 |
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