O Estado Pós-Colonial
Factor de Insegurança em África
Editor:
Pedago, maio de 2014 ‧
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SINOPSE
O presente ensaio aborda uma questão fulcral do devir coletivo das sociedades e dos povos africanos.
Com um estudo original, o autor diverge da abordagem africanista desvelando que o fracasso da tentativa de construção do Estado em África é uma verdadeira tragédia, dado que a sobrevivência do Estado pós-colonial que daí resulta - que não é o menor dos paradoxos - se concretiza à custa do aniquilamento das capacidades de sobrevivência (forças produtivas), das capacidades de coesão (forças culturais), das capacidades de ação (forças de defesa) dos países cujo destino, infelizmente, tem a seu cargo.
Segue-se o declínio quotidiano das comunidades e dos indivíduos, a desarticulação das cadeias de solidariedade e de consciência coletiva e, sobretudo, o sentimento nutrido pela maioria do povo de que nada vale, por conta da ausência total de recursos materiais e morais em que vive.
Munido desses factos, o autor sustenta que o despertar africano - ou seja, a libertação das energias das coletividades e dos indivíduos atualmente desperdiçadas - passa imperativamente pelo desaparecimento do Estado pós-colonial e pelo nascimento de um Estado novo: o Estado-Espaço.
Instância de invenção e de inovação social, o Estado-Espaço aspira a ser a expressão transcendente da reconciliação do Estado pós-colonial sem Nação e das Etnias-Nações sem Estado. Como tal, segundo conclui o autor, assomarão em todo o continente africano pátrias dos direitos do homem e nações de homens livres, todos os aspetos inerentes a qualquer progresso individual e coletivo livremente aceite.
Com um estudo original, o autor diverge da abordagem africanista desvelando que o fracasso da tentativa de construção do Estado em África é uma verdadeira tragédia, dado que a sobrevivência do Estado pós-colonial que daí resulta - que não é o menor dos paradoxos - se concretiza à custa do aniquilamento das capacidades de sobrevivência (forças produtivas), das capacidades de coesão (forças culturais), das capacidades de ação (forças de defesa) dos países cujo destino, infelizmente, tem a seu cargo.
Segue-se o declínio quotidiano das comunidades e dos indivíduos, a desarticulação das cadeias de solidariedade e de consciência coletiva e, sobretudo, o sentimento nutrido pela maioria do povo de que nada vale, por conta da ausência total de recursos materiais e morais em que vive.
Munido desses factos, o autor sustenta que o despertar africano - ou seja, a libertação das energias das coletividades e dos indivíduos atualmente desperdiçadas - passa imperativamente pelo desaparecimento do Estado pós-colonial e pelo nascimento de um Estado novo: o Estado-Espaço.
Instância de invenção e de inovação social, o Estado-Espaço aspira a ser a expressão transcendente da reconciliação do Estado pós-colonial sem Nação e das Etnias-Nações sem Estado. Como tal, segundo conclui o autor, assomarão em todo o continente africano pátrias dos direitos do homem e nações de homens livres, todos os aspetos inerentes a qualquer progresso individual e coletivo livremente aceite.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898655332 |
| Editor: | Pedago |
| Data de Lançamento: | maio de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 231 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Reler África |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789898655332 |
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