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Rodin. Dibujos Y Recortes.

de Auguste Rodin
idioma: espanhol
Editor: LA FABRICA, fevereiro de 2020 ‧
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Este volumen reúne un centenar de dibujos y recortes de Rodin, una práctica poco conocida del artista que realiza a partir de 1890, cuando empieza a dibujar modelos en vivo. A diferencia de las esculturas, la mayoría son apuntes de dibujos que se toman de figuras femeninas. La literatura sobre el collage es muy escasa, pero de mucho interés para el público en general, por eso este libro arroja un poco de luz en este ámbito, sumando el corpus de recortes en papel de Rodin.Estas pequeñas obras de arte nunca fueron expuestas, pero aquellos que frecuentaban el taller, como su secretario Rainer Maria Rilke, estaban familiarizados con ellas.La publicación acompaña a la exposición en Fundación Canal de Madrid (5 de febrero -3 de mayo de 2020); una muestra más de su formidable talento y carácter innovador.

Rodin. Dibujos Y Recortes.

de Auguste Rodin

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417769451
Editor: LA FABRICA
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Revistas de Arte
EAN: 9788417769451

SOBRE O AUTOR

Auguste Rodin

Artista francês, Rodin nasceu a 12 de Dezembro de 1840, em Paris, e faleceu em 1917. Dotado de um talento natural para a percepção das formas, nunca foi contudo admitido na Escola de Belas-Artes. A cabeça em argila Homem com o Nariz Partido foi rejeitada pelo Salão de 1864. Tornou-se aluno e assistente de Carrier-Belleuse, executando algumas das encomendas que este recebia. A descoberta da obra de Michelangelo Buonarroti, numa viagem a Itália em 1874, libertou o seu estilo e fez-lhe integrar a importância do modelado. A controvérsia gerada no Salão de 1877 pela Idade do Bronze acabou por lhe grangear a protecção oficial. Recebeu assim várias encomendas, entre elas o projecto de As Portas do Inferno, o monumento Os Burgueses de Calais e a estátua de Honoré de Balzac. A sua reputação continuou a aumentar, expondo no Salão de Paris, na Exposição de Bruxelas e na Exposição Universal de 1900. Rodin quebrava as superfícies para dar novos efeitos de luz, deixava partes por acabar, exprimindo a ideia de a estátua brotar da pedra. A paixão por Camille Claudel, sua colaboradora e irmã do escritor Paul Claudel, inspirou-lhe as várias versões de O Beijo e outras obras de temática erótica. A última fase de Rodin liga-se ao movimento simbolista e inclui uma série de mãos e de figuras femininas alegóricas.

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