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Robinson Crusoe

de Daniel Defoe
idioma: espanhol
Editor: Editorial Sexto Piso, Janeiro de 2014 ‧
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La novela de Defoe, publicada originalmente en 1719, alcanzó el éxito inmediato gracias a la historia del naufragio y al exotismo que despertó en su momento, pero bajo el trasfondo de la inquietud que está en el hombre de explorar sus límites, y la fantasía de la utopía de vivir en completa libertad, ha conseguido perdurar hasta nuestros días y erigirse como una de las más novelas de aventuras más fascinantes. La lucha de un hombre arrojado a una soledad sin respuestas, a un entorno hostil que debe domeñar mediante la técnica y la fuerza de su voluntad para hacer «habitable» y «cómodo» un paraje en principio inhóspito, ha sido vista también como metáfora de la mente occidental y burguesa, del mundo de la técnica. ¿Qué nos hace humanos? ¿La naturaleza de la que provenimos o la técnica con la que intentamos controlarla en nuestro beneficio?

Robinson Crusoe

de Daniel Defoe

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415601593
Editor: Editorial Sexto Piso
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 446
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788415601593

SOBRE O AUTOR

Daniel Defoe

Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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