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Revista Ler - Verão - Outono 2021 - Nº 160
Editor:
Fundação Círculo Leitores, outubro de 2021 ‧
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SINOPSE
CALIGRAFIA. ESCREVER À MÃO É UMA VELHARIA.
É preciso afiar o lápis, encher o tinteiro, comprar carga de tinta, surripiar uma esferográfica, ter um caderno - além de frequentemente perdermos as folhas soltas e manuscritos que o tempo consome como consome tudo. São argumentos para acrescentar à ameaça da «letra de médico», à lentidão, ao espaço de armazenamento e à dificuldade geral de entender a caligrafia dos outros. Nesta edição há textos de Filipa Melo, Magda Barbeita, Yan Qiaorong e Luís Naves.
HEMINGWAY.
Sessenta anos depois do seu suicídio, a vida do escritor americano alimenta mais livros, mais filmes e debates académicos do que qualquer outro. No fundo, trata-se de ver em que medida o homem se tornou prisioneiro do mito até ao ponto em que, confrontado com o tempo, já só desejava «uma saída rápida para tudo isto». Texto de Joaquim Arena.
JIM HARRISON.
Poeta, ensaísta e ficcionista prolífico, o americano Jim Harrison é revisitado por Isabel Lucas - que recorda alguma das passagens mais deliciosas da sua escrita sobre comida, passando pelo encontro com Orson Welles, a descoberta do alho, a disputa entre vinhos tintos e brancos ou a «politização» da gastronomia.
FIALHO.
Fialho de Almeida viveu entre 1857 e 1911, ou seja, entre o triunfo da Regeneração e a queda do regime sob o qual decorreu toda a existência do autor. A monarquia, precisamente, ela, foi um dos seus alvos de eleição. A sua ira e a contundência da sua escrita, porém, mais não fizeram do que aumentar, agudizar-se, à medida que se diversificavam os estímulos da sua ação castigadora, trocista e genialmente irónica - tudo lido por Hugo Pinto Santos.
POESIA INÉDITA.
Antecipamos alguns poemas do novo livro de José Tolentino Mendonça: uma visitação ao passado no seu livro Introdução à Pintura Rupestre.
TUCÍDIDES POR ZOOM.
Miguel Monjardino explica como os seus alunos leram Tucídides durante a pandemia e como o clássico grego pode ensinar-nos a ler o mundo atual.
GILGAMEŠ.
São doze tabuinhas de argila onde está registada, em escrita cuneiforme, a epopeia do rei de Uruk. Diogo Morais Barbosa faz deste texto o tema das suas Questões Clássicas, tal e qual como se estivesse em Nínive.
MIUDAGEM.
Sofia Fraga escolhe alguns dos lançamentos de livros especialmente dedicados a crianças - e, na verdade, aos pais das crianças.
É preciso afiar o lápis, encher o tinteiro, comprar carga de tinta, surripiar uma esferográfica, ter um caderno - além de frequentemente perdermos as folhas soltas e manuscritos que o tempo consome como consome tudo. São argumentos para acrescentar à ameaça da «letra de médico», à lentidão, ao espaço de armazenamento e à dificuldade geral de entender a caligrafia dos outros. Nesta edição há textos de Filipa Melo, Magda Barbeita, Yan Qiaorong e Luís Naves.
HEMINGWAY.
Sessenta anos depois do seu suicídio, a vida do escritor americano alimenta mais livros, mais filmes e debates académicos do que qualquer outro. No fundo, trata-se de ver em que medida o homem se tornou prisioneiro do mito até ao ponto em que, confrontado com o tempo, já só desejava «uma saída rápida para tudo isto». Texto de Joaquim Arena.
JIM HARRISON.
Poeta, ensaísta e ficcionista prolífico, o americano Jim Harrison é revisitado por Isabel Lucas - que recorda alguma das passagens mais deliciosas da sua escrita sobre comida, passando pelo encontro com Orson Welles, a descoberta do alho, a disputa entre vinhos tintos e brancos ou a «politização» da gastronomia.
FIALHO.
Fialho de Almeida viveu entre 1857 e 1911, ou seja, entre o triunfo da Regeneração e a queda do regime sob o qual decorreu toda a existência do autor. A monarquia, precisamente, ela, foi um dos seus alvos de eleição. A sua ira e a contundência da sua escrita, porém, mais não fizeram do que aumentar, agudizar-se, à medida que se diversificavam os estímulos da sua ação castigadora, trocista e genialmente irónica - tudo lido por Hugo Pinto Santos.
POESIA INÉDITA.
Antecipamos alguns poemas do novo livro de José Tolentino Mendonça: uma visitação ao passado no seu livro Introdução à Pintura Rupestre.
TUCÍDIDES POR ZOOM.
Miguel Monjardino explica como os seus alunos leram Tucídides durante a pandemia e como o clássico grego pode ensinar-nos a ler o mundo atual.
GILGAMEŠ.
São doze tabuinhas de argila onde está registada, em escrita cuneiforme, a epopeia do rei de Uruk. Diogo Morais Barbosa faz deste texto o tema das suas Questões Clássicas, tal e qual como se estivesse em Nínive.
MIUDAGEM.
Sofia Fraga escolhe alguns dos lançamentos de livros especialmente dedicados a crianças - e, na verdade, aos pais das crianças.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789728493264 |
| Editor: | Fundação Círculo Leitores |
| Data de Lançamento: | outubro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 216 x 270 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Revistas Literárias
|
| EAN: | 9789728493264 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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