adicionar à lista de desejos
Revista Ler - Verão - Outono 2021 - Nº 160
Editor:
Fundação Círculo Leitores, outubro de 2021 ‧
ver detalhes do produto
6,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
VDNoWWNGWkNiazgxTkZwMFIxSmljVFZCVDBWaE5tUlNialZKVWtnNGRrMUdaamxMTUdNME16bENNMFpGVTBKU2VETnNTVWs0Y0N0UlZFUnpaMjVzYkRWcVptc3ZUWEJHVkdGT1lsbzRkM1l5Y1dWbFIzRlJTMVJpUTJWaVZXNW1aM2RzVTB0SlRFWkliRnBQTkhoRmFHcFZTaXM0Y2xoRGEwbENTbU5SWlhsWE5YRjBTbTF2UTFkcGExUktWa2xMUXpoa1lrUktTbTFIVW1OVVQwMUVWMDlpU0VjNVZpOTVabGxPVTFGbmFtTkRlbmxrV1VKNk4wUk5VVll6YTJwbFRFZHNZV00yU3psVlRHNXZkbm93U2tScVZUWjFjWE5xU2tGUFpYTTFabEpuUlROTWNrRkRhREZUUzFsNVVqbGtRMVZRYkVwVFYyYzBkWGhUWW10YVdGQlNVVGt4TTNJemIybDRVa2x1VFRsSlowcHBWVVpHWlZaMWNtbG9RMWxYYkZaTFZVZGFZMjVoWTBOVU1EaDNhR3RWVFZZdlVVUmxPVFZtT1hSalozWktOVGR2V1VWNU5UZzBjRWRRVWpkUmRGaEdaV04xWTNsblNHdzVlbXRqYjB4Q1VYSnVhMmhhUVhWblZIRXZOREZDYldwWGJGUkRVQzl2UzNKcWFXdFhXRkIwWnpoM1J6ZEJTa1JQTmlzelMxbEdjSFJ2V0ZCcFRIZHNRVEF6TjB0RWVUSk1XVFZzVlZGbWEwOVdXRkJ1VkZKNk1HdDJiMGhYVGpBdmJHSlFLM2d6WWxaYVkybFJlRU5EYW05R04weDBRaTlYWW1Zd04xaFNjbTl2ZEZSUmNuTlhNVUUxWjNWNVVrbDJhVmQ2UWxWWWFHdHpPWEp3ZEVsUVlYZzRTMXBUVDBWT2FYQTFlVlZuT0hORmFFeFZhbVE0UVhoMlpIRnBOM2hFV21oMFZqbFBSSGRXUkZkemIxaGtZWFV4V2pscmJFcHZlaXQzYUZoNFdFWnNUeTl6U1c5bVFsRTVNVFEzYlZvM2IwTlBja0pYZFc1NU9VMTVjMjFGTkRkRFZrWlpjV1ZGTTFsRk56bEZSRzVCYzJRdlFqWldSRzgwVmsxamFsZDRjVW81UWtWRFlYQkViWElyVEhsMldGRlFiRXB4Y0d3ME1uRkxSazE1YUdjclduWXhVM2MzWmtrNVltWkpOM05wUVhwVU5FRjZRMFl4U0RJemRqZExXbHBvTlUxT1NXMVdOVXRwWTNsMlJHTTRVV1pQUkVjck5FTk5WemhyY214V1UzVmFSR2hzVkhSU2FtOU5Zemh2UFE9PTpWbVVGa3BoaHRqS0pjNnRZcTNsQXl3PT0=
EM STOCK
-
SINOPSE
CALIGRAFIA. ESCREVER À MÃO É UMA VELHARIA.
É preciso afiar o lápis, encher o tinteiro, comprar carga de tinta, surripiar uma esferográfica, ter um caderno - além de frequentemente perdermos as folhas soltas e manuscritos que o tempo consome como consome tudo. São argumentos para acrescentar à ameaça da «letra de médico», à lentidão, ao espaço de armazenamento e à dificuldade geral de entender a caligrafia dos outros. Nesta edição há textos de Filipa Melo, Magda Barbeita, Yan Qiaorong e Luís Naves.
HEMINGWAY.
Sessenta anos depois do seu suicídio, a vida do escritor americano alimenta mais livros, mais filmes e debates académicos do que qualquer outro. No fundo, trata-se de ver em que medida o homem se tornou prisioneiro do mito até ao ponto em que, confrontado com o tempo, já só desejava «uma saída rápida para tudo isto». Texto de Joaquim Arena.
JIM HARRISON.
Poeta, ensaísta e ficcionista prolífico, o americano Jim Harrison é revisitado por Isabel Lucas - que recorda alguma das passagens mais deliciosas da sua escrita sobre comida, passando pelo encontro com Orson Welles, a descoberta do alho, a disputa entre vinhos tintos e brancos ou a «politização» da gastronomia.
FIALHO.
Fialho de Almeida viveu entre 1857 e 1911, ou seja, entre o triunfo da Regeneração e a queda do regime sob o qual decorreu toda a existência do autor. A monarquia, precisamente, ela, foi um dos seus alvos de eleição. A sua ira e a contundência da sua escrita, porém, mais não fizeram do que aumentar, agudizar-se, à medida que se diversificavam os estímulos da sua ação castigadora, trocista e genialmente irónica - tudo lido por Hugo Pinto Santos.
POESIA INÉDITA.
Antecipamos alguns poemas do novo livro de José Tolentino Mendonça: uma visitação ao passado no seu livro Introdução à Pintura Rupestre.
TUCÍDIDES POR ZOOM.
Miguel Monjardino explica como os seus alunos leram Tucídides durante a pandemia e como o clássico grego pode ensinar-nos a ler o mundo atual.
GILGAMEŠ.
São doze tabuinhas de argila onde está registada, em escrita cuneiforme, a epopeia do rei de Uruk. Diogo Morais Barbosa faz deste texto o tema das suas Questões Clássicas, tal e qual como se estivesse em Nínive.
MIUDAGEM.
Sofia Fraga escolhe alguns dos lançamentos de livros especialmente dedicados a crianças - e, na verdade, aos pais das crianças.
É preciso afiar o lápis, encher o tinteiro, comprar carga de tinta, surripiar uma esferográfica, ter um caderno - além de frequentemente perdermos as folhas soltas e manuscritos que o tempo consome como consome tudo. São argumentos para acrescentar à ameaça da «letra de médico», à lentidão, ao espaço de armazenamento e à dificuldade geral de entender a caligrafia dos outros. Nesta edição há textos de Filipa Melo, Magda Barbeita, Yan Qiaorong e Luís Naves.
HEMINGWAY.
Sessenta anos depois do seu suicídio, a vida do escritor americano alimenta mais livros, mais filmes e debates académicos do que qualquer outro. No fundo, trata-se de ver em que medida o homem se tornou prisioneiro do mito até ao ponto em que, confrontado com o tempo, já só desejava «uma saída rápida para tudo isto». Texto de Joaquim Arena.
JIM HARRISON.
Poeta, ensaísta e ficcionista prolífico, o americano Jim Harrison é revisitado por Isabel Lucas - que recorda alguma das passagens mais deliciosas da sua escrita sobre comida, passando pelo encontro com Orson Welles, a descoberta do alho, a disputa entre vinhos tintos e brancos ou a «politização» da gastronomia.
FIALHO.
Fialho de Almeida viveu entre 1857 e 1911, ou seja, entre o triunfo da Regeneração e a queda do regime sob o qual decorreu toda a existência do autor. A monarquia, precisamente, ela, foi um dos seus alvos de eleição. A sua ira e a contundência da sua escrita, porém, mais não fizeram do que aumentar, agudizar-se, à medida que se diversificavam os estímulos da sua ação castigadora, trocista e genialmente irónica - tudo lido por Hugo Pinto Santos.
POESIA INÉDITA.
Antecipamos alguns poemas do novo livro de José Tolentino Mendonça: uma visitação ao passado no seu livro Introdução à Pintura Rupestre.
TUCÍDIDES POR ZOOM.
Miguel Monjardino explica como os seus alunos leram Tucídides durante a pandemia e como o clássico grego pode ensinar-nos a ler o mundo atual.
GILGAMEŠ.
São doze tabuinhas de argila onde está registada, em escrita cuneiforme, a epopeia do rei de Uruk. Diogo Morais Barbosa faz deste texto o tema das suas Questões Clássicas, tal e qual como se estivesse em Nínive.
MIUDAGEM.
Sofia Fraga escolhe alguns dos lançamentos de livros especialmente dedicados a crianças - e, na verdade, aos pais das crianças.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789728493264 |
| Editor: | Fundação Círculo Leitores |
| Data de Lançamento: | outubro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 216 x 270 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Revistas Literárias
|
| EAN: | 9789728493264 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Revista Ler - dezembro 2014 - nº 136Fundação Círculo Leitores6,00€ 10% CARTÃO
-
10%Revista Ler - Inverno - 2021/2022 - Nº 161Fundação Círculo Leitores6,00€ 10% CARTÃO