Revista Flauta de Luz N.º 9
Boletim de topografia
Editor:
Livros Flauta de Luz, junho de 2022 ‧
ver detalhes do produto
9,60€
20% DESCONTO
IMEDIATO
Y0RKWU1VdEJXVmxsVjNZeVVEVkJibmxYUWpCaGNFODJaM0ZQYzJjeGIzbE1kWFVyY205UE1EUXpXSEp1ZFZGclJXdFFVRVpJVERSbmNUTXdPRlJXYVZsRU4zSTFhMmxXUVVSMFUyVXpSaTlPTW5Ka1VraEdSbTF1T1ZSMGJFOXFSVmRrY1cxd1MwaGlWMjEzU1U1b2FYcEZhRFZ1VkZOT2JXcDRTRFVyWjBKMmVteFRlWEJZVVdONWNIaFNTV0V3UTFKSlNHcGhNbVZzZVhObU0xY3haRmQ1WldGb1RERmxaSGRhV1RGTFkwY3JiVEJQSzJJM0wybFJhRlpSU0N0Vk1qQkxSR1V4YTBvNFZtTkVVR2RTVFZOSVVtRldNVzVzWW05R2QwNUJSRXBMZUhSR1dGcG1lVUp4WTNkSlpYaFhhVzVLYXpSeloxQnBSWFk0WTJSWmFXWjFXUzl0SzBNM2VuRnhUR1I0T1RSR1NsRlVWV1U1U3pWb1JIUlNja3BEU2toUVJUazRhVzVJWkhkRFJVUm5UV3QwTms1NGQxQlVTV1ZLVFVkS1MydEpSQ3RoVUdVM2NFNTJhR0pTZW10bk5HVlZVbkE0VlRSM2JTdEdUMHR0WlVabk1XUnBSSEV3ZG5sSGVYZEhiVXRwVEZWNGFVeFhkblJ6YlVJME5sWm5PR3c1TjAwelZVdEtjbmRhWmxwNWIzRnVkakE1WW1KRVNrMVljMVp5U1VoR1YyMDJORFV5YTNCUVZUWXhTbmwwWTNSYU9VWjZXbXRvVDI4dk5IVlZUVGhPUTNaWlNTdDRNMnhyV0RKdE16bHdSbmRFU0M5aGNtdEJVMDFEY0U1VlduUjZUMW9yUmtKUFFteFlaV2xWYVhWWGVFOXRieTl1UmtFNGQzVkVTRUZJVm1wNVpGZDBZVXAzWWtSTFJFMTFNR3RtYVdWVlpUTjBieTl6UlhNMGVHUm9UV05KWjBRME5WQTNaVE00T0RaSEswUlhaR2xoVUV0MFJWbFhjSEZMVmtrdmFqbE9ZV1ZJV2tvMFVuTkRZbHBqT1VWTVFUMDk6eTV1VVh6ejFRaXV0VTZWWUdEMkp0UT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Apesar da proximidade temporal com as barbaridades bélicas (a Guerra dos Balcãs foi há apenas trinta anos), a guerra parecia ter desaparecido do nosso horizonte, orientada para paragens mais distantes. Mas o ciclo infernal das desmesuras europeias voltou à carga, não lhe sendo estranho o insistente expansionismo para leste do capital ocidental, que pretende manter a hegemonia militar-nuclear.
O n.º 9 da Flauta de Luz abre com três artigos que procuram situar as estranhezas do mais recente conflito europeu, indicador do grau de impossíveis atingido pelas sociedades de espectadores e correlacionável com a análise de Langdon Winner sobre «A complexidade tecnológica e a perda de acção», com o estudo de Phil Mailer, «Internet, motor do capitalismo?», com o ensaio de Bruno Lamas sobre «O colapso da modernização» ou com o artigo de Pedro Caldeira Rodrigues dedicado a Julian Assange e à censura da informação sobre a guerra.
Este número inclui também: «A Viagem pela Vida» do movimento zapatista, que percorreu grande parte da Europa, incluindo Portugal; o caderno a cores «Presença de Artur Varela», dedicado à obra do artista português cuja dimensão contestatária levou ao seu silenciamento; duas intervenções do porta-voz indígena brasileiro Ailton Krenak em torno da co-responsabilização da humanidade na relação com a Terra; o ensaio de Antonio Pérez «Os indígenas são anarquistas?»; o texto de Eugenio Castro, «Fazer mundos: os jardins ideais», sobre arte popular em Espanha e Portugal; a entrevista com Luísa Cruz e Homero Cardoso (co-fundadores da cooperativa editorial Assírio e Alvim); o documentado retrato de Pedro Silveira, «Da peste eclesiástica: práticas reiteradas de pedofilia na Igreja Católica»; e um dossiê informativo que dá voz às correntes anarquistas e pacifistas activas na Ucrânia e na Rússia.
O n.º 9 da Flauta de Luz abre com três artigos que procuram situar as estranhezas do mais recente conflito europeu, indicador do grau de impossíveis atingido pelas sociedades de espectadores e correlacionável com a análise de Langdon Winner sobre «A complexidade tecnológica e a perda de acção», com o estudo de Phil Mailer, «Internet, motor do capitalismo?», com o ensaio de Bruno Lamas sobre «O colapso da modernização» ou com o artigo de Pedro Caldeira Rodrigues dedicado a Julian Assange e à censura da informação sobre a guerra.
Este número inclui também: «A Viagem pela Vida» do movimento zapatista, que percorreu grande parte da Europa, incluindo Portugal; o caderno a cores «Presença de Artur Varela», dedicado à obra do artista português cuja dimensão contestatária levou ao seu silenciamento; duas intervenções do porta-voz indígena brasileiro Ailton Krenak em torno da co-responsabilização da humanidade na relação com a Terra; o ensaio de Antonio Pérez «Os indígenas são anarquistas?»; o texto de Eugenio Castro, «Fazer mundos: os jardins ideais», sobre arte popular em Espanha e Portugal; a entrevista com Luísa Cruz e Homero Cardoso (co-fundadores da cooperativa editorial Assírio e Alvim); o documentado retrato de Pedro Silveira, «Da peste eclesiástica: práticas reiteradas de pedofilia na Igreja Católica»; e um dossiê informativo que dá voz às correntes anarquistas e pacifistas activas na Ucrânia e na Rússia.
CRÍTICAS
«Assim como um dia já tivemos horror ao vácuo, hoje sentimos repugnância ao pensar na desaceleração, no regresso, no recuo, na limitação, na frenagem, no decrescimento, na descida – na suficiência.»
Déborah Danowski e Eduardo Viveiros de Castro
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 5600234259318 |
| Editor: | Livros Flauta de Luz |
| Data de Lançamento: | junho de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 188 x 240 x 24 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 326 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Revistas Literárias
|
| EAN: | 5600234259318 |