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Responsabilidade Civil por Danos Causados por Medicamentos Defeituosos
Editor:
Coimbra Editora, março de 2010 ‧
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SINOPSE
Da introdução
O objecto do presente trabalho consubstancia-se na análise dos regimes de responsabilidade aplicáveis a casos de danos derivados de defeitos de medicamentos - com especial atenção ao regime da responsabilidade do produtor -, enquadrando-se sempre tal análise no contexto das especificidades do medicamento.
Relativamente aos sujeitos responsáveis, a análise centra-se na responsabilidade por defeito do medicamento imputável ao laboratório produtor. Não deixaremos, contudo, de efectuar uma breve abordagem à eventual responsabilidade de outros sujeitos envolvidos na dinâmica do medicamento, a saber: o Estado, que concede a autorização de introdução no mercado do medicamento e realiza a actividade de farmacovigilância, e o farmacêutico de oficina, enquanto entidade que dispensa o concreto fármaco e, por vezes, o produz.
Exploraremos as dificuldades práticas resultantes da inadequação de alguns aspectos do regime da responsabilidade do produtor às particularidades do medicamento e dos danos que este é susceptível de provocar. Não sem antes estudarmos o regime legal que rege todo o ciclo de vida do fármaco - e que consta do Estatuto do Medicamento, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto - e de analisarmos com algum pormenor a fundamental e indispensável actividade de farmacovigilância.
O objecto do presente trabalho consubstancia-se na análise dos regimes de responsabilidade aplicáveis a casos de danos derivados de defeitos de medicamentos - com especial atenção ao regime da responsabilidade do produtor -, enquadrando-se sempre tal análise no contexto das especificidades do medicamento.
Relativamente aos sujeitos responsáveis, a análise centra-se na responsabilidade por defeito do medicamento imputável ao laboratório produtor. Não deixaremos, contudo, de efectuar uma breve abordagem à eventual responsabilidade de outros sujeitos envolvidos na dinâmica do medicamento, a saber: o Estado, que concede a autorização de introdução no mercado do medicamento e realiza a actividade de farmacovigilância, e o farmacêutico de oficina, enquanto entidade que dispensa o concreto fármaco e, por vezes, o produz.
Exploraremos as dificuldades práticas resultantes da inadequação de alguns aspectos do regime da responsabilidade do produtor às particularidades do medicamento e dos danos que este é susceptível de provocar. Não sem antes estudarmos o regime legal que rege todo o ciclo de vida do fármaco - e que consta do Estatuto do Medicamento, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto - e de analisarmos com algum pormenor a fundamental e indispensável actividade de farmacovigilância.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723217896 |
| Editor: | Coimbra Editora |
| Data de Lançamento: | março de 2010 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 228 x 36 mm |
| Páginas: | 328 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Direito Biomédico |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Direito
>
Direito Civil
Livros em Português > Direito > Geral |
| EAN: | 9789723217896 |
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