Relações Perigosas
A cumplicidade da PIDE com as secretas ocidentais
Livro
eBook
Editor:
Temas e Debates, outubro de 2025 ‧
ver detalhes do produto
20,61€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YTJSaU1HRXhXRmR1WldRMlEzVnhhVk5YVlUxaFdXaGxkSHBSVVZoUE0xUjBlR0Z5SzNGSVFscENkSGs0U25sVlFXaG5SM3BLYmsxYU5tTjFWbmR0YmpJcll6TldUM1pRZVVORGRrMDVTRVppVVRKSWNYRkdjbkJGWTFkblRUbHVUVVJqZUd0bFFsZDBXRWx6ZDJOSlNHOXNlR3RtVUZGT0swaEhMMjVKY1VsWFFqVXpNV1pZY3lzMU5WcEhUME5CZDBkTU0yTkdXWHBvWTFSblZuaHJWVFl6Y0RKM0sxSkhNa2xXZERkcEt6aGhjVEJ0VXpnd1MwNXZSbGsyTm5SRU5raHBWRkpZYUV4TlNUSXlWVlpDUVhwdFN6bGpNbEJTYjI1eldsRTJWVlE0UVVGU1JGUTVWVVpFUmtsVWNTOVNWek5QY1dWT1ZubFdLelpRTUhvM2RHRlNWVWRLU1hOc1l6bHJkazVSTm1WNVRtRnBRMHR0WXl0a2NXVnVUV1p3ZW5OQmNIRlFWR05DVGpWVlF6VmlUbU40VUhkc01Hd3lXRTVSYzNWWk9HaFBhekJGVTJnMVltRndOVEpQYURWd1RrSjZaVWhtTDJKNFJIbHFVVXBMSzBVMlQwazFkMHRDU0Zkc01ISnlUQ3R3YTJwalRUaENNa2xhVTI5U1VVUXJXVFZ5VjA5TldHUktOVzlhYTNVeVZtcHJSWEJHYlVwRU5HZERjelJhWTFJcmNUbFhPVTFIWWsxQldESk9iR0UwZUZKQ2FuRkNZemRJZVhONlkwWXdhbWhxYjFsS1JqRTNaMGxSYkRsTFJEUXJaVWxQTnpWWk5WVTBWemxGYW0xa2VITnlSVGxCTkZOUllqSldNVFZ5YTBkdmIxSlhlbEZRTlZSTmRGZFlNRWRVUWtGamRYUnFUU3RMZEU5TVowMUdiRmx2VURoVFMyZHJNM0IyU0VWUFZESllVazUzYmxSclNFVjBSSGxhUWxwbloxQm5SR2MzYTBOSE1DdHllbUoxVjJKbE5DOUxWRTFQWlRKdVMySlZjRXR2UW1wNFFUMDk6dlZ4SXlHMmhsT0J5TlRDMTlkb1NwQT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
As quase três décadas de relacionamento entre a polícia política da ditadura portuguesa, entre 1945 e 1975, com os seus vários nomes de PIDE e DGS, e as polícias e serviços secretos de países ocidentais durante a Guerra Fria permitem retirar uma conclusão central.
Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países ocidentais e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si.
A PIDE - e depois a DGS - era, tal como o KGB soviético, uma polícia que zelava pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.
Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países ocidentais e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si.
A PIDE - e depois a DGS - era, tal como o KGB soviético, uma polícia que zelava pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896449322 |
| Editor: | Temas e Debates |
| Data de Lançamento: | outubro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 238 x 31 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 584 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789896449322 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Muito Bom
João Manuel Duarte
Um livro importantíssimo para quem se interessa pelo período da Ditadura em Portugal. Já li quase todos os livros da Irene Pimentel
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Recordar 1755Quetzal Editores15,93€
17,70€portes grátis -
10%O Cerco de S. Bento em 1975Tinta da China16,11€
17,90€portes grátis