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¿Quién Mató A Palomino Molero?

de Mario Vargas Llosa
idioma: espanhol
Editor: DEBOLSILLO, abril de 2015 ‧
13,20€
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Mario Vargas Llosa crea en ¿Quién mató a Palomino Molero? una intensa novela policial donde el suspense y la tensión recorren toda la historia. En un escenario dominado por la corrupción, y donde los prejuicios y desigualdades conforman la realidad social del país, la verdad acaba convertida en verdades diversas que se confunden la una con la otra en un alucinante juego de espejos. A través de una atmósfera que deslumbra y atrapa, este libro refleja fielmente el clima de una época y denuncia los excesos del poder. «Escribí ¿Quién mató a Palomino Molero? por la indignación que me produjo el asesinato de un joven avionero de la base aérea militar de Talara que quedó misteriosamente silenciado por la burocracia oficial.» Mario Vargas Llosa

¿Quién Mató A Palomino Molero?

de Mario Vargas Llosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9788490625668
Editor: DEBOLSILLO
Data de Lançamento: abril de 2015
Idioma: Espanhol
Dimensões: 124 x 190 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9788490625668

SOBRE O AUTOR

Mario Vargas Llosa

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu em Arequipa, no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patrícia, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que volta novamente ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política. Depois de uma candidatura à presidência da República, fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances e ensaios literários, percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. É um dos romancistas e ensaístas mais importantes da América Latina e um dos principais escritores da sua geração.

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