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Querer Muito

de João Paulo Cotrim
Editor: APCC, dezembro de 2011 ‧
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"Tanto, mas tanto acontece à nossa volta, nos passa frente aos olhos, nos tomba nas mãos! E se assim, quem nos obriga a escolher isto na vez daquilo? E quantas coisas se escondem dentro de uma só? E se quisermos com muita força não poderemos ter tudo?"

Querer Muito

de João Paulo Cotrim

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899602878
Editor: APCC
Data de Lançamento: dezembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 183 x 181 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ler com Valores
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 9789899602878

Querer Muito

CM

"Querer Muito" é uma incursão pelo mundo da escolha. Excelente ferramenta para pensar o querer muito ( tudo) e a satisfação com o que se tem. Excelentes ilustração de André da Loba.

Querer muito este livro.

Cláudia Almendra

"Querer muito" é uma bela incursão no mundo da indecisão, com grande influência da infância, em que tudo se quer, e se quer sempre aquilo que não se tem. Um álbum lindo, com ilustrações de André da Loba que complementam os desejos numa harmonia de cor e de sentido. É impossível não querer muito este livro.

SOBRE O AUTOR

João Paulo Cotrim

João Paulo Cotrim (Lisboa, 13 de março de 1965 - 26 de dezembro de 2021) foi um jornalista, escritor e editor português. Foi o fundador da Abysmo.
A escrita estava-lhe no sangue: guionista para filmes de animação (Fado do Homem Crescido, com Pedro Brito, ou Sem Querer, com João Fazenda, entre outros), escreveu também novelas gráficas (Salazar – Agora, na Hora da Sua Morte), ficção (O Branco das Sombras Chinesas, com António Cabrita), ensaios (Stuart – A Rua e o Riso ou El Alma de Almada El Ímpar – Obra Gráfica 1926-1931), aforismos (A Minha Gata) e poesia (Má Raça, com Alex Gozblau), além de histórias para as mais disparatadas infâncias (por exemplo, Querer Muito, com André da Loba).
Dirigiu desde a sua abertura, em 1996, e até 2002, a Bedeteca de Lisboa, tendo organizado um sem-número de edições, iniciativas e exposições (por exemplo, Jogo da Glória – O Século XX Malvisto pelo Desenho de Humor). Assinava, no Hoje Macau, a crónica semanal Diário de um Editor.

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