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Quem Governa o Mundo?

de Noam Chomsky
Livro eBook
Editor: Editorial Presença, setembro de 2016 ‧
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Noam Chomsky empreende uma incisiva e profunda análise à influência atual dos centros de poder. Focando-se em particular no papel dos Estados Unidos da América, bem como da China, Estados do Médio Oriente e da Europa, Chomsky mais do que limitar-se a analisar a conjuntura mundial desde o fim da Segunda Guerra Mundial, mostra como se distribuem os poderes no mundo, expondo-os do ponto de vista político, económico e militar. Impetuoso, claro, arrebatador e meticulosamente bem documentado, este livro proporciona um entendimento indispensável aos temas centrais do nosso tempo.

«O maior intelectual da esfera pública.»
Observer

Quem Governa o Mundo?

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722358965
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 229 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca do Século
Classificação Temática: Livros em Português > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia
Livros em Português > Literatura > Ensaios
Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789722358965

Pragmático

Lucas

Neste livro, Chomsky apresenta-nos uma análise aprofundada sobre as forças que têm tentado e, debativelmente, de algum modo sucedido em reger particulares tendências no mundo contemporâneo. O autor confronta os leitores ao apresentar acontecimentos históricos relevantes e decisões políticas extremamente criticáveis, no entanto cujos autores nunca sofreram a justiça devida. Deste modo, coloca o papel dos Estados Unidos, e acertadamente, num escrutínio incisivo. É, no entanto, nesse escrutínio que Chomsky se aparenta perder e, por vezes, na sua tentativa de ser impessoal, mostra um "americano-centrismo", ou seja, uma tendência de ver os factos por uma lenta bastante enviesada. Na sua tentativa de analisar certos acontecimentos, perde-se em ideologia e deixa as suas opiniões pessoais influenciar a transmissão de informação que, em partes específicas do livro, deveriam ser impessoais. Apesar de este ser um livro ideológico e não seja o objetivo do mesmo uma revisão histórica, a reinterpretação de acontecimentos através de uma lente ideológica deveria sempre ser evitada. Em suma, é uma leitura que requer uma atenção crítica acentuada por parte do leitor.

Quem Governa o Mundo ?

J. Serrão de Mora

Uma análise do fenómeno político dos últimos anos, feita por um homem inteligente e de espírito arguto, recorrendo às mais diversas fontes de informação de fiabilidade comprovada, permitindo-nos compreender melhor os acontecimentos políticos atuais e os interesses que, na ´´sombra´´, determinam esses interesses.

Imperdível

Bruno Vinhas

Uma visão diferente sobre o Mundo., sobre o papel dos EUA no mundo. Um importante contributo para perceber que não há benfeitores no mundo, apenas interesses. Bem documentado.

A influência das grandes potências

S.E.

Fala sobre as grandes potencias, os Estados Unidos da América e os seus aliados, a Europa, na liderança da nova ordem mundial, em que as instituições dos senhores detêm um enorme poder, nas escolhas e decisões políticas, económicas e militares.

A Realidade, agora a preto e branco

Fernando Braz

Chomsky varre o século vinte e expõe ostensivamente a falácia da bondade das grandes potências, dos serviços noticiosos, assim como esventra a conceptualização subjacente: o que/quem é afinal a comunidade internacional?

Bem escrito

Olímpio Tavares

Um livro que aborda de forma crítica e profunda questões políticas, sociais e económicas do mundo atual. Chomsky nos leva aos bastidores do poder global, sem rodeios.

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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