Quando sopra o vento norte

de Daniel Glattauer
Editor: Porto Editora, junho de 2011 ‧
"Escreva-me Emmi. Escrever é como beijar, mas sem lábios. Escrever é beijar com a mente."

Quando sopra o vento norte é um romance divertido, animado e irresistivelmente cativante, cheio de reviravoltas, sobre um caso de amor vivido exclusivamente por e-mail.

Tudo começa por acaso: Leo recebe por engano alguns e-mails de uma desconhecida chamada Emmi. Educadamente, responde-lhe e Emmi retribui.
Esta troca de e-mails desperta uma curiosidade intensa entre os dois e, quase de imediato, Emmi e Leo  começam a partilhar confidências e desejos íntimos.
A tensão entre ambos aumenta, e o encontro parece iminente. Mas Emmi e Leo adiam o momento. Porque, afinal de contas, Emmi é casada e feliz.
Serão os sentimentos que nutrem um pelo outro suficientemente profundos para sobreviver a um encontro real? E, depois desse momento, o que os espera?

Quando sopra o vento norte

de Daniel Glattauer

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04306-1
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: junho de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 235 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004306110
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Uma leitura viciante

Sofia Barbosa

Desde o momento em que começamos a ler esta magnífica história não conseguimos mais largá-lo, um romance inovador pois toda a história é feita através de emails. Sem dúvida que recomendo pois quando acabamos sentimos que pertenciamos à história e só nos dá vontade de já ter o livro seguinte na mão para saber o fim de todo este enredo!

Giro!

Sara

Uma história agradável que não consegui parar de ler! Um romance que poderá ser real para alguém... Achei o diálogo delicioso! Recomendo!

Quando sopra o vento norte

Bárbara Gabriela de Campos de Sá

Um romance cativante do inicio ao fim

Lançado ao vento

Vitor Lopes

Apesar de ter empenhado trinta dias, exactamente, para concluir a leitura de "Quando sopra o vento norte", Daniel Glattauer (Viena, n. 1960), numa desprezível média de menos de sete páginas por dia, devo confessar que, com o alvor das férias, o exercício fágico decorreu sobre o signo da sofreguidão. Depois de me ter sido sugerido, debati-me com uma tradução sofrível e uma capa que, não fora a recomendação, me afastaria da sua aquisição e exibição públicas. Infelizes propostas, decididamente! Optei pela versão ebook. Por pudor! À volta da temática de uma palpitante relação amorosa, condicionada pela amniótica protecção do desmaterializado universo virtual, Glatauer compensa, largamente, a ausência de originalidade do tema pela vivacidade intelectual dos diálogos, pelo pesado fardo dos conflitos morais e pelo desconforto da culpa associada e o que a expiação dela adensa de incerteza, pela desconcertante disrupção do fio condutor da narrativa e, no que de íntimo aportei a esta descoberta, pela angústia de um finale anti-climax que entrega na mão do leitor - passivo ou retratado - o enigma do retorno ao real quotidiano. Desde "O chão dos pardais", Dulce Maria Cardoso (C. Ansiães, n. 1964), que o inebriante apelo da virtualização, se me apresentou como um risco tentador. A sensação retirada, agora, de uma vivenciada prosa atraiçoa o realismo por pertencer ao austríaco a autoria e por, na pele de Emmi, se ter de corporizar a minha ficção. Para quem tem genuína paixão pela dialéctica ou sente o fascínio pelas subtilezas estimulantes da alternância discursiva; para quem está disponível para empreender o caminho da descoberta, despreconceituosa, da natureza humana e dos seus insondáveis recantos, este é, para nós, um livro de descoberta e confirmação. Já anseio pela versão electrónica da sequela. É que aquelas capas inibem-me! Muito mais que a freudiana confissão.

SOBRE O AUTOR

Daniel Glattauer

Daniel Glattauer nasceu em 1960, em Viena. Desde 1985 trabalha como escritor e jornalista e desde 1989 escreve para o diário austríaco Der Standard.
Quando sopra o vento Norte, foi editado na Alemanha em 2006 e tornou-se um enorme bestseller, vendendo mais de um milhão de exemplares. Foi traduzido em 32 línguas e entrou para os tops de vendas em países como a França, Espanha, Itália e Áustria.

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