10% de desconto

Quando os Lobos Uivam

de Aquilino Ribeiro
Editor: Bertrand Editora, junho de 2026 ‧
18,80€
16,92€
10% DESCONTO IMEDIATO
portes grátis
Serra dos Milhafres, finais dos anos 40. O Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova lei: os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para bem comunitário e de onde essa comunidade retirava parte vital do seu sustento seriam agora «expropriados» e utilizados para plantar pinheiros. Implanta-se um clima de medo nas gentes e é esse clima que Manuel Louvadeus, que havia emigrado para o Brasil anos antes, vem encontrar quando regressa à aldeia.

Homem vivido e culto devido, segundo o próprio, aos muitos livros que por lá havia lido, Manuel tem uma visão abrangente e um sentido de justiça que rapidamente o fazem cair nas boas graças do povo. Toma então o partido da sua gente, pessoas honestas e humildes que trabalham de sol a sol, mas que não deixam de viver em condições miseráveis.

A revolta acaba por suceder e, entre mortos e feridos, tudo acaba numa caçada aos homens por parte da polícia, que leva muitos homens à prisão acusados de serem instigadores e cérebros da revolta. O Estado mostra então todo o seu esplendoroso poder.

Uma representação da saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo, cuja primeira edição seria apreendida pela censura, valendo a Aquilino Ribeiro um processo que se arrastou durante mais de dois anos.

Prefácio de José Pacheco Pereira
Introdução de Henrique Monteiro

Quando os Lobos Uivam

de Aquilino Ribeiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722551830
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722551830
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Aquilino Ribeiro

Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, concelho de Sernancelhe, no ano de 1885, e morreu em Lisboa em 1963.
Deixou uma vasta obra, na qual que cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, no dizer de Óscar Lopes, o primado das Letras portuguesas do século XX. Foi sócio de número da Academia das Ciências e, após o 25 de Abril, reintegrado, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado, aquando do seu centenário, pelo Ministério da Cultura.
Em setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU