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Pseudopoesia

de Alves Rosa
Editor: Chiado Books, agosto de 2014 ‧
9,00€
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Uma Pseudopoesia que de pseudo não tem nada. Uma obra que nos convida a um passeio pelo mundo idealizado dos escritores - regado a vinho, charuto, amargura e muita, mas muita, melancolia.
Nela, a busca pelo equilíbrio, pelo amor e pelo verso perfeito é constante. E, assim, já em seu livro de estreia, a poesia utópica e inquieta deste jovem poeta cruza fronteiras e nos leva à Montauk, à Brasilia e às longínquas terras lusitanas em Teu, somente teu. Além de quebrar a barreira da língua portuguesa nos sumptuosos versos em inglês que dão vida à Nevermore. Dentre as várias musas, a Hannah, a Carol e - pasmemos! - a gramática, tópico recorrente em Saudade, Sintaxe e Páginas desfeitas.
Tributos também não faltam. Primeiro a Álvaro de Campos, em Confissão; depois a Miguel de Cervantes, em Dom Quixote e, por último, a um amigo de quatro patas que parece fazer muita falta em Adeus a um amigo. Funeral se destaca pelo estilo cordel. E, nas últimas páginas, em Confissão II, somos agraciados com uma prosa que se prova igualmente bela, e que nos faz desejar que este seja apenas o primeiro dos muitos volumes de cantos de Alves Rosa.

Pseudopoesia

de Alves Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895119127
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: agosto de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 217 x 7 mm
Páginas: 98
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens na Ficção
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895119127

SOBRE O AUTOR

Alves Rosa

Tradutor por profissão, mochileiro, com coração de poeta e alma lusitana.
O gosto pela poesia aflorou na adolescência após a leitura de grandes nomes como Álvares de Azevedo, Florbela Espanca, Fernando Pessoa entre outros.
Durante a faculdade, sua veia poética se tornou ainda mais evidente, o que motivou a continuar escrevendo e até participar de um concurso, no qual conseguiu o segundo lugar com a poesia Dom Quixote.
Alguns anos após a faculdade, fez o primeiro mochilão para a Europa. Momento crucial em sua vida, quando, de maneira inesperada, encontrou seu lugar de alma em Lisboa.
Após anos de poesia despretensiosa, decidiu juntar alguns de seus versos e transformá-los em livro, dando origem assim ao Pseudopoesia.

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