Prova de Vida

(diários 2004-2006)

de Pedro Mexia
Editor: Tinta da China, fevereiro de 2007 ‧
17,07€
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«Prova de Vida» é um diário de experiências, gostos, obsessões, citações, listas, polémicas, coisas vistas e ouvidas, leituras, confissões e estados de alma. É nele que Pedro Mexia encontra espaço para o aforismo e para o intimismo ou o hermetismo confessional: «Tempos interessantes, anos interessantes, os meus anos chineses, anos de pesquisa para saudades e tristezas, anos em que acreditei, anos em que lutei, anos de bruços e costas e navalhas a que se toma o gosto. Anos em que estive tão baixo que me parecia alto e tão alto que não percebia que estava em balão, e durava quinze minutos, e pagava duas moedas a um velho que trabalhava no parque de diversões desde sempre.»
A obra agora publicada consiste numa selecção dos textos publicados entre Fevereiro de 2004 e Outubro de 2006 no blogue colectivo «Fora do Mundo» e, depois, no blogue individual «Estado Civil». O resultado é um texto reflexivo, desconcertante e mordaz.

«Os falsos diários de Mexia são uma das mais estimulantes escritas da nossa literatura actual.»
Osvaldo Silvestre, prof. universitário e ensaísta

Prova de Vida

(diários 2004-2006)

de Pedro Mexia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728955205
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: fevereiro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 212 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789728955205

analítico

Carlos Manuel Caeiro.

de uma forma aparentemente epistolar e como diário Pedro Mexia deixa as suas impressões e opiniões sobre o seu mundo pessoal, que afinal é o nosso, de uma forma aparentemente simples mas absolutamente deslumbrante.

SOBRE O AUTOR

Pedro Mexia

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972, crítico e cronista em vários jornais, nomeadamente Diário de Notícias (1998-2007), Público (2007-2011) e Expresso (desde 2011), subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa (2008-2010) e vogal do conselho diretivo da Fundação Centro Cultural de Belém (2016-2023). Escreveu regularmente na revista LER. Participou em diversos projetos das Produções Fictícias, como, por exemplo, É a Cultura, Estúpido (Teatro São Luiz); O Eixo do Mal (SIC Notícias); O Inimigo Público (suplemento do Público); Os Culturistas e O Que Fica do Que Passa (Canal Q). Manteve rubricas de cinema na Rádio Renascença (meados dos anos 1990) e na Antena 3 (2015-2016). Foi coautor, com Inês Meneses, de PBX (2015-2023), um programa da Radar e um podcast do Expresso. Publicou oito coletâneas de poesia entre 1999 e 2021. Editou oito volumes de crónicas e o penúltimo, Lá Fora, venceu o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores – APE em 2018, editou cinco volumes de diários e a peça Suécia (2023), a convite do Teatro Nacional São João. A 10 de março de 2025, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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