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Prosas Encontradas

de Leopoldo María Panero
idioma: espanhol
Editor: VISOR LIBROS, S.L., maio de 2014 ‧
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En el presente volumen se reúnen textos de Leopoldo María Panero, hombre al que llaman loco, seguidor de Lacan, devoto de Artaud, poeta. Y también, aunque menos conocido, escritor de ensayos. Más de 200 textos ùartículos, conferencias, manifiestos, correspondencia, cartas a periódicos, y alguna sorprendente entrevistaù recogidos de diferentes diarios y revistas desde 1970 (año novísimo), de los que más de la mitad permanecían inéditos en libro hasta hoy. Más de 40 años escribiendo e ignorando el séptimo aforismo del Tractatus, persistiendo en decir aquello que no se puede decir. Nada más por añadir, lector. Espero que su lectura pervierta tu mirada. Que las palabras incendien tus ojos. Que el libro abrase tu alma. Rumpete libros, ne rumpant anima vestra.

Prosas Encontradas

de Leopoldo María Panero

Propriedade Descrição
ISBN: 9788498956948
Editor: VISOR LIBROS, S.L.
Data de Lançamento: maio de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 556
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788498956948

SOBRE O AUTOR

Leopoldo María Panero

Poeta maldito das letras espanholas, tradutor e ensaísta, Leopoldo María Panero (1948-2014) cedo se rebelou contra o poeta oficial do franquismo – o seu pai, Leopoldo Panero –, o meio familiar burguês que o encurralava e o obscurantismo do seu país. Membro do clã Panero (que viria a inspirar, em 1976, um dos últimos filmes censurados em Espanha, El Desencanto, de Jaime Chávarri), irmão de Juan Panero e filho da contista Felicidad Blanc, estudou Filosofia e Letras em Madrid e Barcelona. Alcoólatra e heroinómano, abriu as portas aos seus demónios interiores, conheceu a prisão, o ar quente de Tânger, a clandestinidade, a depressão e o apelo do suicídio. Viveu décadas em instituições psiquiátricas, mas, sobretudo, nas livrarias e nos bares de Las Palmas. Vencedor dos Prémios Estaño e Quijote de Poesia, é autor de Así se fundó Carnaby Street (1970) e de Last river together (1980), e legou-nos uma obra sublimemente lúcida e transgressora.

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