10% de desconto

Prosas

de Amado Nervo
idioma: espanhol
Editor: LINKGUA, dezembro de 2017 ‧
13,11€
10% DESCONTO CARTÃO
José Amado Nervo, es más recordado por sus poemas, pero también tuvo una destacada actividad como periodista. Acuciado por la necesidad de ganarse el sustento con la pluma, logró una considerable difusión de su obra mediante el periodismo. Empezó a ejercer desde joven escribiendo artículos para El Correo de la Tarde, fue colaborador de la Revista Azul, fundada por Gutiérrez Nájera, y fue también director de su sucesora, la Revista Moderna. Sus ensayos se publicaron asiduamente en periódicos como El Mundo, La Revista de Revistas o La Nación de Buenos Aires.Amado Nervo defendía al periodismo como vehículo de la cultura y recomendaba apoyarse en los medios de prensa como herramientas de alfabetización de las enormes masas sin escuela y sin acceso a los niveles de bienestar común.Prosas es una recopilación de algunos de los muchos artículos que Nervo llegó a publicar a lo largo de su trayectoria como periodista.

Prosas

de Amado Nervo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788490078914
Editor: LINKGUA
Data de Lançamento: dezembro de 2017
Idioma: Espanhol
Dimensões: 15 x 21 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 140
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788490078914

SOBRE O AUTOR

Amado Nervo

Juan Crisóstomo Ruiz de Nervo (Amado Nervo) nasceu em 27 de agosto de 1870, em Tepic, no México. Poeta e diplomata, é considerado o maior poeta mexicano do final do século XIX e meados do século XX. Em 1888, iniciou a carreira de jornalista, e seguiu para Paris em 1900, como correspondente do jornal El Mundo, onde conviveu com alguns dos nomes mais representativos da Belle Époque, entre os quais Oscar Wilde e Rubén Darío, com quem estabeleceu uma estreita amizade, refletida nos seus trabalhos posteriores. Em Paris, conheceu também Ana Cecilia Luiza Daillez, sua companheira durante mais de dez anos. Em 1902, voltou ao México, onde viveu anos de popularidade e grande atividade em jornais e revistas, entrou na carreira diplomática em 1905, e viveu treze anos em Madrid, de onde enviava textos para o México, a Argentina e Cuba, os quais eram publicados nas melhores revistas literárias do momento. A sua produção literária foi abundante e variada: contos, ensaios, crónicas, além de muitos poemas, publicados em diversos livros. Plenitude, editado no final da vida, e uma das suas obras de maior sucesso, reflete claramente a busca da paz interior que procurou toda a vida. Devido às mudanças políticas ocorridas no México, durante vários anos, esteve afastado de cargos oficiais, até que, em 1918, foi nomeado ministro plenipotenciário do México na Argentina e no Uruguai, para onde seguiu no início de 1919, e onde o receberam com admiração e afeto. Não mais regressou ao México em vida, pois viria a morrer em Montevideu, em 24 de maio de 1919. Descansa na Rotonda de Las Personas Ilustres, situada no interior de um dos maiores e mais antigos cemitérios da Cidade do México, o Panteón Civil de Dolores, e a sua obra, diversa, humana, intensa e magistralmente edificante, situa-o, por mérito próprio, no olimpo da literatura universal.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR