Projecto e Circunstância
A coerência na diversidade da obra de Rogério de Azevedo
Editor:
Edições Afrontamento, julho de 2021 ‧
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SINOPSE
A prática projetual de Rogério de Azevedo (Porto, 1898-1983), reflexo das diversas condições que, a vários níveis, a moldaram, dificilmente se categoriza. Beaux-arts e art-déco, tradição clássica e modernismo são referências que nela convergem, ainda que manuseadas com liberdade e com sabedoria pelo seu autor.
Bastaria citar, a propósito e apenas numa área circunscrita da cidade do Porto, o edifício-sede do jornal O Comércio do Porto, a Garagem para o mesmo cliente, o arranha-céus Maurício Macedo ou o Hotel Infante Sagres; em territórios mais distantes, as Pousadas turísticas para o SNI (Marão, Serra da Estrela e Serém); os projectos-tipo regionalizados para as Escolas Primárias do Norte e Centro do país; ou as intervenções sobre o património, onde se destacam as realizadas no Paço dos Duques em Guimarães e na Igreja de S. Pedro de Rates.
Apoiada em exemplos paradigmáticos e alicerçada na vasta documentação dispersa que conseguiu reunir, Ana Alves Costa desenvolveu uma rigorosa investigação que lhe permite, agora, propor uma nova perspectiva sobre o conjunto da obra deste arquitecto. Reconhecendo a sua qualidade, comprova a erudição de Rogério de Azevedo e explica a aleatoriedade pela circunstância particular de cada projecto. Uma análise onde se encontram permanências ou constantes que acentuam, afinal, um sentido de unidade e a coerência nessa mesma diversidade.
O estudo realizado sobre esta importante figura do panorama da arquitectura portuense do século XX, não só resgata o entendimento da obra de Rogério de Azevedo de uma visão que a nossa historiografia, assente em leituras muitas vezes parciais e incompletas, tem vindo a apresentar, como representa simultaneamente um contributo para a construção de uma imagem um pouco mais completa sobre o passado e o presente da Escola do Porto.
Bastaria citar, a propósito e apenas numa área circunscrita da cidade do Porto, o edifício-sede do jornal O Comércio do Porto, a Garagem para o mesmo cliente, o arranha-céus Maurício Macedo ou o Hotel Infante Sagres; em territórios mais distantes, as Pousadas turísticas para o SNI (Marão, Serra da Estrela e Serém); os projectos-tipo regionalizados para as Escolas Primárias do Norte e Centro do país; ou as intervenções sobre o património, onde se destacam as realizadas no Paço dos Duques em Guimarães e na Igreja de S. Pedro de Rates.
Apoiada em exemplos paradigmáticos e alicerçada na vasta documentação dispersa que conseguiu reunir, Ana Alves Costa desenvolveu uma rigorosa investigação que lhe permite, agora, propor uma nova perspectiva sobre o conjunto da obra deste arquitecto. Reconhecendo a sua qualidade, comprova a erudição de Rogério de Azevedo e explica a aleatoriedade pela circunstância particular de cada projecto. Uma análise onde se encontram permanências ou constantes que acentuam, afinal, um sentido de unidade e a coerência nessa mesma diversidade.
O estudo realizado sobre esta importante figura do panorama da arquitectura portuense do século XX, não só resgata o entendimento da obra de Rogério de Azevedo de uma visão que a nossa historiografia, assente em leituras muitas vezes parciais e incompletas, tem vindo a apresentar, como representa simultaneamente um contributo para a construção de uma imagem um pouco mais completa sobre o passado e o presente da Escola do Porto.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723618631 |
| Editor: | Edições Afrontamento |
| Data de Lançamento: | julho de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 166 x 238 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 336 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Arquitetura
|
| EAN: | 9789723618631 |
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