Prisciliano, um Cristão Livre
O seu eco na cultura galaico-portuguesa (2ª edição)
Editor:
Editorial Novembro, novembro de 2017 ‧
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SINOPSE
Prisciliano, um Cristão Livre. O Seu Eco na Cultura Galaico-portuguesa é uma aproximação do ponto de vista científico à identidade de uma das figuras mais fascinantes da cultura e história galaico-portuguesas, dando a conhecer o que hoje podemos dizer sobre Prisciliano.
Prisciliano foi um cristão livre e evangélico do século IV, bispo na província romana da Galécia (que incluía a Galiza e o Norte de Portugal), condenado como herege, o primeiro da época cristã, depois das perseguições romanas.
R. Otero Pedrayo escreveu: ""Prisciliano é a maior individualidade que a Galécia conheceu. Não foi um homem solitário, foi um homem do seu tempo e, ainda mais profundamente, do seu povo."" E Teixeira de Pascoaes chega a escrever: "Prefiro Platão a Aristóteles e Orígenes a Santo Agostinho, e o galego Prisciliano ao São Tiago de Compostela".
Este livro não fala apenas da vida e obra de Prisciliano, mas também do Priscilianismo, que permaneceu vivo durante mais de dois séculos depois da sua morte trágica, e continuou a existir de forma mais implícita até aos nossos dias, dentro e fora, quer de Galiza, quer de Portugal.
Em particular, este livro pretende abordar, de maneira quase exaustiva, o peso e a importância de Prisciliano na cultura galaico-portuguesa, principalmente desde o século XIX até aos nossos dias.
A sua presença é evidente em textos de figuras célebres de Galiza como Otero Pedrayo, Castelao, Portela Valladares ou Cotarelo Valledor; e, em Portugal, como Sampaio Bruno, Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão ou Agostinho da Silva. Até em textos de escritores contemporâneos de Galiza e Portugal como Millán Picouto, Roberto Vidal Bolaño, João Aguiar, ou no último romance de Alberto S. Santos, encontramos a manifestação de Prisciliano e do Priscilianismo.
Prisciliano foi um cristão livre e evangélico do século IV, bispo na província romana da Galécia (que incluía a Galiza e o Norte de Portugal), condenado como herege, o primeiro da época cristã, depois das perseguições romanas.
R. Otero Pedrayo escreveu: ""Prisciliano é a maior individualidade que a Galécia conheceu. Não foi um homem solitário, foi um homem do seu tempo e, ainda mais profundamente, do seu povo."" E Teixeira de Pascoaes chega a escrever: "Prefiro Platão a Aristóteles e Orígenes a Santo Agostinho, e o galego Prisciliano ao São Tiago de Compostela".
Este livro não fala apenas da vida e obra de Prisciliano, mas também do Priscilianismo, que permaneceu vivo durante mais de dois séculos depois da sua morte trágica, e continuou a existir de forma mais implícita até aos nossos dias, dentro e fora, quer de Galiza, quer de Portugal.
Em particular, este livro pretende abordar, de maneira quase exaustiva, o peso e a importância de Prisciliano na cultura galaico-portuguesa, principalmente desde o século XIX até aos nossos dias.
A sua presença é evidente em textos de figuras célebres de Galiza como Otero Pedrayo, Castelao, Portela Valladares ou Cotarelo Valledor; e, em Portugal, como Sampaio Bruno, Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão ou Agostinho da Silva. Até em textos de escritores contemporâneos de Galiza e Portugal como Millán Picouto, Roberto Vidal Bolaño, João Aguiar, ou no último romance de Alberto S. Santos, encontramos a manifestação de Prisciliano e do Priscilianismo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898825650 |
| Editor: | Editorial Novembro |
| Data de Lançamento: | novembro de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 229 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 350 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789898825650 |
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