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Princesa Borboleta

de Marta Branco

editor: Papiro Editora, maio de 2010
Ter 17 anos e uma doença crónica (Lúpus) não é fácil… Ter 18 e fazer hemodiálise muito menos… Ter 32 e a possibilidade de partilhar tudo isto, experiências, sentimentos, sofrimento, angústias, alegrias, tristezas que vivi, é magnífico. Se apenas uma pessoa ler a "Princesa Borboleta", sorrir e tiver um dia mais cor-de-rosa, então já tudo valeu a pena…"Será que Deus me estaria a castigar? Só muito tempo depois percebi que não se trata de "justiça" ou de algo que possamos ou não merecer, mas sim de irmos aumentando a capacidade inata que temos de superar os desafios que nos vão sendo propostos ao longo da Vida. E essa força, embora saiba que nos piores momentos é praticamente impossível acreditar nisso, é inesgotável..."

Princesa Borboleta

de Marta Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896365028
Editor: Papiro Editora
Data de Lançamento: maio de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789896365028
Marta Branco

Marta Branco nasceu a 25 Julho 1977. Aos 17 anos entra na Faculdade de Direito de Lisboa e em simultâneo é-lhe diagnosticado Lúpus, uma doença auto-imune que afectava também a sua mãe. Entre outras consequências do Lúpus, aos 18 os seus rins entram em falência, deixa de conseguir frequentar o curso e inicia hemodiálise, recebendo um rim transplantado passados cerca de três anos. Esse rim teve uma vida de 5 anos após os quais Marta regressa novamente à hemodiálise onde ainda permanece actualmente, com 38 anos, ansiando por um novo transplante. Fez voluntariado inicialmente nos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo e posteriormente nos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique onde ainda hoje efectua trabalho administrativo, tendo um Curso de Secretariado e Acessoria. Aos 33 anos foi reformada por invalidez, no entanto continua activa, quer fisica (quando a saúde o permite) quer mentalmente. Marta ainda não perdeu a esperança de acabar o curso de Direito assim que a sua saúde o permitir, uma vez que conciliando voluntariado, hemodiálise e faculdade não tem sido possível. Aos 32 anos decidiu verbalizar num livro o que sentiu, sofreu, sorriu, chorou durante a sua vida. Nasce "Princesa Borboleta", a sua primeira obra.

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