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Pourquoi Je Déteste Noël

de Robert Benchley
idioma: francês
Editor: WOMBAT, outubro de 2011 ‧
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Un père de famille massacre toute la famille à l'issue d'un Noël traditionnel, une petite fille finit le réveillon suspendue au lustre, l'oncle Edith flanque des taloches aux garnements qui n'écoutent pas ses contes stupides... Quant à Robert Benchley, il se lance dans la fabrication d'une neige artificielle (" qui causerait autant de problèmes que la neige ordinaire "), milite pour la prohibition des cartes de voeux et s'enthousiasme pour l'ajout d'un " Jour de fin d'année " au calendrier, qui permettrait de récupérer de sa cuite du Nouvel An avant de retourner au bureau. Composé aux deux tiers de nouvelles totalement inédites, Pourquoi je déteste Noël est un livre salutaire à offrir et à lire soi-même avant Noël (pour s'y préparer), pendant Noël (pour le supporter) ou après Noël (pour s'en remettre).

Pourquoi Je Déteste Noël

de Robert Benchley

Propriedade Descrição
ISBN: 9782919186068
Editor: WOMBAT
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 124 x 186 x 8 mm
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Traductions Contemporaines
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782919186068

SOBRE O AUTOR

Robert Benchley

Robert Benchley nasceu a 15 de setembro de 1889, em Worcester, Massachusetts. Licenciou-se na Universidade de Harvard em 1913. Foi aqui, aliás, que iniciou a carreira jornalística – colaborando com as publicações Harvard Advocate e Harvard Lampoon – e foi também aqui que o seu estilo humorístico começou a distinguir-se. Benchley tornou-se famoso pelas declarações falaciosas e ficcionais acerca da sua própria vida. Sabe-se, no entanto, que se casou em 1914 com Gertrude Darling, sua companheira até ao fim da vida, e que tiveram dois filhos. Trabalhou como editor, colunista e crítico de teatro e de literatura nas revistas The New Yorker, Life (James Thurber afirmou que a Life apenas tinha leitores por causa dos textos de Benchley) e Vanity Fair. A colaboração com a Vanity Fair iniciou-se em 1916, quando Benchley concorreu ao lugar deixado vago por P.G. Wodehouse, e aqui trabalhou com Dorothy Parker e Robert Emmet Sherwood, com os quais desenvolveu grande cumplicidade e formou o Algonquin Round Table (aludindo ao nome do hotel onde se juntavam para lautos almoços). Escreveu inúmeros contos para publicações de renome e para vários livros, de entre os quais se destacam Of All Things, My Ten Years in a Quandary e Benchley Beside Himself. Os ensaios humorísticos e absurdistas de Benchley influenciaram os grandes humoristas contemporâneos. Para além disso, o autor distinguiu-se pela sua participação em curtas-metragens satíricas, como argumentista, realizador e ator. Assinou também diversos contratos com as produtoras MGM e Paramount, tendo interpretado papéis de relevo em filmes como You'll Never Get Rich e The Sky's the Limit, protagonizados por Fred Astaire. Devido às constantes solicitações cinematográficas, Benchley abandonou a escrita definitivamente em 1943. A sua definição de humor era lacónica e despojada: «Qualquer coisa que faça as pessoas rirem.» Robert Benchley morreu a 21 de novembro de 1945, devido a complicações causadas pelo alcoolismo.

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