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Pour Une Juste Cause

de Vassili Grossman
idioma: francês
Editor: LGF, fevereiro de 2011 ‧
14,77€
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En février 1943, le nom de « Stalingrad » est sur toutes les lèvres et va devenir le symbole de la défaite allemande. Correspondant de L'Etoile rouge, Vassili Grossman assiste aux combats, dont il rend compte dans ses chroniques. C'est à ce moment-là qu'il entreprend sa fresque monumentale, Pour une cause juste, dont la seconde partie sera connue dans le monde entier sous le titre de Vie et destin. Grossman est alors un homme ébranlé par la guerre. Son fils aîné a été tué au front, sa mère a péri dans un ghetto. Terminé après la guerre, Pour une cause juste est publié, entre juillet et octobre 1952, dans la revue Novy Mir. Épopée d'une bataille emblématique, c'est un vivant portrait du peuple russe saisi dans sa souffrance et dans sa grandeur. Mais, derrière cette mosaïque de destins, ces affrontements sans merci, ces sacrifices héroïques, nous voyons déjà se profiler les questions vertigineuses de Vie et destin sur les totalitarismes de notre temps.

Pour Une Juste Cause

de Vassili Grossman

Propriedade Descrição
ISBN: 9782253157816
Editor: LGF
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 109 x 176 x 40 mm
Páginas: 1050
Tipo de produto: Livro
Coleção: Mouche
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782253157816

SOBRE O AUTOR

Vassili Grossman

Vassili Grossman nasceu em 1905, na Ucrânia ), foi viver para Moscovo ainda jovem, nos anos 1930 formou-se em engenharia química mas começou a dedicar-se exclusivamente à escrita desde essa altura. Em 1941 tornou-se correspondente do Estrela Vermelha, jornal do Exército Vermelho, fazendo reportagens sobre a defesa de Stalinegrado, a queda de Berlim e as consequências do Holocausto.
Vida e Destino, a sua obra-prima, foi um livro considerado tão perigoso na União Soviética que não só o manuscrito como também as fitas com que foi digitado foram confiscados pelo KGB, permanecendo desaparecido durante vinte anos.
Grossman começou a escrever Tudo Passa em 1955, e ainda nele trabalhava durante os seus últimos dias de vida, no hospital.
Morreu em 1964, em Moscovo.

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