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Portugal, Desalento e Esperança

Precedido de Salazar, Caetano e Soares - retratos de muito perto

de Joaquim Silva Pinto
Editor: Gradiva, outubro de 2015 ‧
14,00€
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O autor de Do Pântano Não se Sai a Nado, publicado pela Gradiva em 2014, em que apresenta episódios sobre a fase última do Regime deposto pela Revolução de 74, regressa com uma obra que revisita esse período de um modo mais abrangente. Esboçando os perfis de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, Joaquim Silva Pinto opta também por colocá-los em confronto com Mário Soares, outro político marcante na história recente em Portugal. Esta é igualmente uma obra de reflexões pessoais sobre a persistência de empecilhos ao progresso. O autor escreve: «Persistem empecilhos ao progresso obstaculizando vectores de mudança, que nalguns casos até se terão agravado depois de Abril de 74. O País, com a democracia, mostrou-se mais autêntico pela expressão da vontade popular. Nem por isso ficou sempre melhor. Fixo-me em três exemplos, que os tenho como especialmente gravosos.»

Portugal, Desalento e Esperança

Precedido de Salazar, Caetano e Soares - retratos de muito perto

de Joaquim Silva Pinto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896166724
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: outubro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 208 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789896166724

SOBRE O AUTOR

Joaquim Silva Pinto

Integrou os governos de Marcelo Caetano dos 33 aos 39 anos, numa preocupação renovadora. Foi próximo de Melo e Castro e Pinto Leite. Em 1975, passou a viver em Madrid, começando como empregado e evoluindo com sucesso nos meios empresarial e associativo. Regressado a Portugal em 1981, colaborou em grandes empresas, que apoiou na área da internacionalização, mas como dirigente associativo, dentro e fora das nossas fronteiras, participou em realizações dedicadas às problemáticas das PME’s e indústrias criativas.
Docente universitário especializou-se em organização empresarial. Após intervir no MASP, voltou à política ativa, durante cinco anos, sendo deputado à AR e líder de bancada na CM de Oeiras. Veio a afastar-se do PS em oposição frontal a Sócrates. Em 2012, pôs voluntariamente termo a lugares de administração, dedicando-se a consultadoria com assumido empenho na valorização do sénior ativo, das cidades sustentáveis e do papel das câmaras de comércio bilaterais.

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