Porto, Última Estação
SINOPSE
Na freguesia mais oriental da cidade, alguns dos seus 32 mil habitantes seguem a vida com regras diferentes.
Porto, Última Estação resgata esta e outras vidas de quem reclama outro destino para Campanhã.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898838971 |
| Editor: | Fundação Francisco Manuel dos Santos |
| Data de Lançamento: | setembro de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 201 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 96 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Retratos da Fundação |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789898838971 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Os muros dentro de nós
AS
Fundamental ler este pequeno retrato de uma das zonas esquecidas, mas já não tanto, felizmente, desta nova riqueza do Porto.
Campanhã: território a (re)descobrir… urgentemente!
Miguel Coelho
Campanhã é desde há décadas, inexplicavelmente, uma Berlim Leste na cidade do Porto, com parte do Bonfim e de Paranhos a sofrer da mesma ‘segregação’, que existe desde o período industrial do século XIX, marcado pelas fábricas (entretanto) abandonadas, pelas muitas ilhas (que são uma marca em toda a cidade) e por alguns bairros sociais. A jornalista Mariana Correia Pinto apresenta factos históricos, estórias e testemunhos de vida muito ricos da mais oriental e esquecida freguesia da cidade do Porto. Ironicamente, aqui podem-se encontrar alguns dos equipamentos colectivos mais emblemáticos da cidade (como a estação e a gare intermodal de Campanhã, a piscina olímpica, o estádio e o pavilhão do Dragão, o Palácio do Freixo, o Museu da Imprensa, a Marina do Freixo…) juntamente com equipamentos (quase) desconhecidos ou abandonados (como o Matadouro Municipal, o Parque Oriental da Cidade, o Parque de São Roque da Lameira…). A Quinta de Bonjóia é um raro ‘oásis’ municipal nestas paragens. O privado Espaço Mira (em Campanhã), local onde decorreu a apresentação do livro, em boa hora editado pela FFMS, é um exemplo paradigmático do potencial desta área menosprezada por sucessivas gerações de portuenses e de executivos municipais, e que se transformou num grande polo cultural da cidade nos últimos quatro anos, com uma impressionante série de exposições, concertos e outros eventos que, semanalmente, ocorrem nos três antigos armazéns da Rua de Miraflor.
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