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Por Xanas do Leste de Angola

de Ernesto Fonseca
Editor: Chiado Books, agosto de 2015 ‧
13,00€
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- Passou meio século, desde que um milhão de jovens portugueses lutou nos palcos da Guerra do Ultramar ou Colonial. Nove mil morreram e muitos mais ficaram estropiados, tanto física como psicologicamente. Milhares de familiares e amigos sofreram a angústia de não terem notícias deles e sofreram o medo de os perder.
- Esse milhão de jovens não foi um milhão de fascistas que partiu para África, de armas na mão, para subjugar populações. O meu avô não era um fascista! Conheci-o bem.
- Nenhum de nós era fascista! A juventude daquele tempo respondeu em bloco, impregnada de sentimentos patrióticos, por isso merece o respeito de todos.
- Um respeito que lhe tem sido negado, por razões políticas, que já são difíceis de entender - acrescentou o jovem engenheiro, a pensar no seu avô.

Por Xanas do Leste de Angola

de Ernesto Fonseca

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895138210
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: agosto de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 221 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 434
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens na Ficção
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895138210

Por Xanas do Leste de Angola

Joaquim Martins

Uma obra extremamente bem escrita, capaz de nos teletransportar. Foi muito divertido vivenciar os acontecimentos. Superou largamente as minhas expectativas.

SOBRE O AUTOR

Ernesto Fonseca

Ernesto Fonseca nasceu em Gondomar, em 7/11/1943, e cresceu em aldeias de Trás-os-Montes e Beira Alta. Frequentou a Faculdade de Ciências de Lisboa, em 1963/64, e foi mobilizado para a Guerra do Ultramar em 1965. Como Alferes Miliciano de Cavalaria viveu a sua comissão em Angola, particularmente no Leste, onde passou à disponibilidade em 1969. Não regressou a Portugal, tendo recomeçado a vida civil em Luanda, onde constituiu família. Em 1971, como trabalhador-estudante e ao abrigo das facilidades concedidas a ex-militares, retomou o curso de engenharia civil que foi concluído no Porto em 1976. Entretanto, já tinha retornado a Portugal, com a mulher e uma filha, na sequência do 25 de Abril. Exerceu funções profissionais como projetista de estruturas e de sistemas hidráulicos, até 1987, quando fundou uma empresa de prestação de serviços de engenharia. Reformou-se em 2008 e voltou a Angola para colaborar, até 2011, nas obras de recuperação de uma barragem.

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