Por Vezes é Preciso Trair
Editor:
Editora Guerra & Paz, maio de 2026 ‧
ver detalhes do produto
12,60€
10% DESCONTO
IMEDIATO
Y0dkWU1pOVRlbWw0YkRrNGFuQjVkbkowT0M5cVVXTnVSM051YVRaSk5FdFBSR1ZCZUhCaFEzUnBkemRRYzJOaksyRkJVekIwUjBSTk5WTnRNR2xrVWt4YU1XRkxLM1JXWldSaE9EQkxVMVJ6VmxKTmNVOUpiMHRWYUZGa1NXaFdWRmt2TWl0WlV6bHJjbTlhZDFSNFJIWklRM1p4Y0hsemNYTnBlSGhOVUhKb04xcFFZak0wYTNwQ1pqa3JhVkIxUlc1S1MxUmFZazUyWlRGTkswcERNVEpyVGpsakwwZFFXamt4WmtNck5HMTZZMUZLUlRGQlNrZzRibmR2VVdFMU1XNXJkR1pZYkRZM2FGRkNOSEo2VXpWRlFqaDNhVko0WlRNMU4wa3habFZQUlRaaUwxVlZjRzluVEhWTFluaEtSak5rYkdwTFpFbHRlVmxYUXpReVJtUXliR1ZQZUhnclIzaFRiMWQwVnl0TGNFNXBVVzVPY1UxSVlWaElVMGxHTDNCc1ZUWnljSGRTY0RWdFN6STNWRVoyZFhaa05VbFRXVlpvYXpCVVJrOHlaM3BUUVhCSFVWcEpOR1JUYUU1U2MxTnNVMWR6TVhsQkwwOXBVekJJYlhST1JHVmpjRVpvTDFaaU4wY3hlbFEwT1RoUVdVTkxNMlJzYW5GRE1FbFJibVZOVEN0UlYwaEVSSGhGY1c5dFlrWndUR1Z2Y0Rjd09VMW1XVUZKVTBGelIyaG5SR0phVTFSNVZXZ3JTRWxKTWpVeWNrZFZjRXg1YzNoTlJYVlBSVzR5WmxFeFJXVkRXa3BCTWpKNVlXZFllVEoyV0VKaFUyeDNjRzlxYkVGVWIweDRabWRUSzNGUFl6bDFVM3BPVEdoT1JUZHFNRGwwWTNkNFEwdHlRVVUzVUVkaU0zcEtZMjl6ZGpGMGJITmFVRGxzTlZGUE1FcG1kbEptTm5SV2RrUkdlVTA0TTFwWWJETXdlR1JuYW1SMlJEWm1RVk5vU0VoVEsxTnphMVZaUkhCUmRsZGxZbXcwVWs5WlVpdGxaMGN4UVVOc1p6MDk6MW9pcXBPVTVScWN5TnEzYnJmbGQxdz09
EM STOCK
-
SINOPSE
Por vezes É Preciso Trair, de Kamel Daoud, é o potente grito de um ser humano que, nascido argelino e tendo na sua juventude militado no movimento islâmico, é hoje, devido às suas posições anti-identitárias, acusado de apóstata e inimigo do Islão, e objecto de uma fatwa que exige a sua morte.
Daoud defende a liberdade, não sente culpa e clama de uma vez por todas pela superação do dolorismo pós-colonial. Para Daoud, existe apenas uma regra: não hesitar em trair o nós, ter a coragem de romper com o rebanho. Daoud deu esse passo e quer ser universal, mantendo-se árabe e francófono.
Hoje, na Argélia, a identidade árabe é brandida como uma inquisição que exclui a diversidade e o mundo, e o mesmo se passa em muitas ex-colónias. Para Daoud, que deixou Orão e a Argélia em 2023, «o mar ou o deserto escaldante conferem à história um sentido mais vasto do que o nacionalismo».
Neste livro, a traição é sinónimo de libertação contra a imobilidade das certezas colectivas; e o epíteto de traidor torna-se num estandarte, numa atitude filosófica e existencial.
Daoud defende a liberdade, não sente culpa e clama de uma vez por todas pela superação do dolorismo pós-colonial. Para Daoud, existe apenas uma regra: não hesitar em trair o nós, ter a coragem de romper com o rebanho. Daoud deu esse passo e quer ser universal, mantendo-se árabe e francófono.
Hoje, na Argélia, a identidade árabe é brandida como uma inquisição que exclui a diversidade e o mundo, e o mesmo se passa em muitas ex-colónias. Para Daoud, que deixou Orão e a Argélia em 2023, «o mar ou o deserto escaldante conferem à história um sentido mais vasto do que o nacionalismo».
Neste livro, a traição é sinónimo de libertação contra a imobilidade das certezas colectivas; e o epíteto de traidor torna-se num estandarte, numa atitude filosófica e existencial.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895764044 |
| Editor: | Editora Guerra & Paz |
| Data de Lançamento: | maio de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 231 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 78 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789895764044 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Bancários - Retratos com Data-ValorFundação Francisco Manuel dos Santos4,50€
5,00€ -
10%Portugueses CiganosFundação Francisco Manuel dos Santos4,50€
5,00€