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Por Una Noche De Amor

de Émile Zola
idioma: espanhol
Editor: Editorial Funambulista S.L., maio de 2016 ‧
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La inmensa producción novelística de Émile Zola (1840-1902) ha desplazado tradicionalmente a un segundo plano la relevancia de su obra narrativa breve, menos copiosa, pero no por ello de inferior calidad literaria. En los últimos años, no obstante, este panorama ha cambiado con la merecida revalorización de sus cuentos y relatos. La selección de esta pequeña antología no obedece a leyes azarosas ni caprichos editoriales, sino a criterios literarios que tienen su primer punto de encuentro en el marco de El Mensajero de Europa, prestigiosa revista rusa con la que Zola colaboró regularmente entre 1875 y 1880. Como precisan en su postfacio los traductores (Gonzalo Gómez Montoro y Rubén Pujante Corbalán), en algunos casos los textos no habían vuelto a traducirse al español desde hacía más de un siglo.

Por Una Noche De Amor

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494444388
Editor: Editorial Funambulista S.L.
Data de Lançamento: maio de 2016
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788494444388

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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