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Plenitude em Rompante Desenvolvimento

de Martim Évora Campos
Editor: Cordel D' Prata, março de 2026 ‧
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Plenitude em Rompante Desenvolvimento não é mais uma coleção poética. É um manifesto ao quase. É uma conquista do movimento que atravessa a tempestuosa sensação de estagnância na vida. São poemas onde a sensitividade se expressa. Sem temores nem incertezas. Onde a realidade é posta em causa pela vontade própria do mundano. Onde tudo é transcrito, da coloquialidade até à loucura.

Ímpeto intenso, que se traduz numa substância viscosa, que caracteriza a cólera, o amor e a falta dele. Tudo revolve nestes temas, onde a máxima das máximas, o suprassumo, o sofrimento-mor é a conquista, é a vontade de ter e a realidade de parecer. É a angústia dos vivos, em comparação à quietude dos mortos. o movimento de alcance seguido da queda, queda esta, em declínio pleno, abismo colossal... É um convite ao sentir. Sentir as emoções que levaram a estes poemas a existir. Abra o seu coração, permitindo as mesmas reações químicas percorrê-lo. Então sinta.

Plenitude em Rompante Desenvolvimento

de Martim Évora Campos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897904615
Editor: Cordel D' Prata
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 220 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 100
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897904615

Impactante, tempestuoso e um prémio revelação.

Fátima Rodrigues

Uma obra profundamente inquietante, densa e emocionalmente visceral. “Plenitude em Rompante Desenvolvimento” não procura agradar nem facilitar a leitura, mas sim sentir em excesso, pensar em excesso e arrastar o leitor para dentro desse turbilhão existencial. E é precisamente aí que reside a sua força. A escrita é intensamente poética, carregada de simbolismo, filosofia e imagens quase febris, criando uma atmosfera sufocante que faz lembrar certas correntes do existencialismo e da prosa introspectiva moderna. Há momentos em que o texto parece mais um fluxo de consciência emocional do que literatura convencional, e isto dá-lhe uma identidade muito própria. O autor demonstra uma ambição rara: escrever sem medo do abstrato, da melancolia, da metafísica ou da vulnerabilidade. Nem todos os leitores irão entrar nesta frequência, e talvez esse seja o ponto. Este não é um livro feito para consumo rápido ou validação fácil; é um livro para ser absorvido lentamente, sentido e relido. Imperfeito? Talvez. Mas profundamente vivo. E, numa era de escrita formatada e previsível, isso vale muito.

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