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Philip Glass

The Comlete Piano Etudes

de Philip Glass
idioma: inglês
Editor: Music Sales Limited, novembro de 2014 ‧
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THE TWENTY ETUDES FOR PIANO were composed during the years from 1991 to 2012. Their final configuration into Book 1 and Book 2 was determined by the music itself in the course of its composition.

Book 1 (Etudes 1-10) had a twin objective - to explore a variety of tempi, textures and piano techniques. At the same time it was meant to serve as a pedagogical tool by which I would improve my piano playing. In these two ways, Book 1 succeeded very well. I learned a great deal about the piano and in the course of learning the music, I became a better player.

New projects came along and interrupted the work on the Etudes for several years. Perhaps for that reason, when I took up work with the Etudes again I found the music was following a new path. Though I had settled questions of piano technique for myself in Book 1, the music in Book 2 quickly began to suggest a series of new adventures in harmony and structure.

In this way, Books 1 and 2, taken together, suggest a real trajectory that includes a broad range of music and technical ideas.

In the end, the Etudes are meant to be appreciated not only by the general listener, but especially by those who have the ability and patience to learn, play and perform the music themselves.

Philip Glass

The Comlete Piano Etudes

de Philip Glass

Propriedade Descrição
ISBN: 9781783058044
Editor: Music Sales Limited
Data de Lançamento: novembro de 2014
Idioma: Inglês
Dimensões: 227 x 303 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Arte > Música
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9781783058044

SOBRE O AUTOR

Philip Glass

Philip Glass é um dos compositores mais influentes e prolíficos dos séculos XX e XXI, conhecido principalmente como um dos pioneiros do minimalismo na música. Nascido a 31 de janeiro de 1937 em Baltimore, Maryland, Glass revolucionou a música contemporânea com as suas composições, frequentemente caracterizadas por padrões repetitivos, uma estrutura harmónica minimalista e uma profunda exploração do ritmo e da textura.

Glass começou a sua formação musical ainda jovem, estudando flauta e, posteriormente, composição na Universidade de Chicago e na Juilliard School. Um ponto crucial na sua carreira foi a colaboração com o famoso sitarista indiano Ravi Shankar nos anos 60, o que lhe abriu novas perspectivas sobre a música e o levou a desenvolver o estilo pelo qual se tornaria mundialmente conhecido. A sua música minimalista, que ele prefere chamar de "música com estruturas repetitivas", emergiu como uma resposta ao serialismo e ao modernismo que dominavam a música clássica na época.

Um dos seus primeiros trabalhos a ganhar notoriedade foi a ópera Einstein on the Beach (1976), criada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Esta obra, que desafiava as convenções tradicionais da ópera, foi um marco na carreira de Glass, estabelecendo-o como uma figura central na música contemporânea. A ópera, sem uma narrativa linear clara, utiliza repetições e variações de frases musicais e textuais, criando uma experiência hipnótica e envolvente.

Philip Glass continuou a explorar e a expandir os limites da música com obras como Satyagraha (1980), baseada na vida de Mahatma Gandhi, e Akhnaten (1983), inspirada na história do faraó egípcio. Além das óperas, Glass compôs bandas sonoras icónicas para filmes como Koyaanisqatsi (1982), The Truman Show (1998) e The Hours (2002), pela qual recebeu uma nomeação ao Oscar.

Glass também colaborou com artistas de diferentes géneros musicais, incluindo o rock, pop, e música eletrónica, trabalhando com nomes como David Bowie, Brian Eno e Paul Simon. Esta abertura a diferentes influências e a capacidade de atravessar fronteiras musicais fizeram dele um dos compositores mais versáteis e influentes do seu tempo.

A música de Philip Glass continua a ter um impacto profundo na cultura contemporânea, sendo utilizada em concertos, filmes, e até em eventos políticos e sociais. A sua abordagem única à composição não só influenciou gerações de músicos e compositores, como também desafiou o público a repensar a experiência musical, oferecendo algo que é simultaneamente acessível e intelectualmente desafiante.

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