Pequenas Grandes Empresas vs Gigantes Corruptos
Afinal temos razões para estar indignados!
Editor:
Chiado Books, maio de 2012 ‧
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SINOPSE
Estamos a passar por um período de transição, tal como foi previsto por muitos visionários do mundo. Poderá ser o início de um período marcado pelo ressurgimento de uma sociedade mais harmoniosa, com maior compreensão e sabedoria, denotando-se uma evolução de consciência a nível global, ou um período de autodestruição de grande parte da população mundial como consequência de guerras resultantes da intolerância e fundamentalismo religioso ou da contínua exploração de países e seus recursos humanos e naturais em nome de lucros políticos e financeiros.
Ao longo dos anos o desenvolvimento económico escravizou-nos em vez de nos ajudar.
Estamos na pior crise financeira desde os anos 30 (Grande Depressão).
Dinheiro barato originou a bolha na imobiliária. Quando o dinheiro é barato o financiador irá emprestar até que não exista mais ninguém a quem o fazer. A Indústria financeira nos últimos anos tornou-se muito grande e altamente rentável. É inaceitável que este crescimento e este lucro tenham sido obtidos pela exploração da ignorância financeira do cidadão comum.
As execuções hipotecárias têm repercussão a nível de emprego, educação e o bem-estar das famílias e especialmente das crianças.
É necessário haver um "Moratirium" no que concerne a dívidas criadas.
É necessário pensar lateralmente, investigar e tentar arranjar soluções que até agora estavam fora de questão.
Ignorando tudo e todos, os nossos governantes estão a ir pela via mias fácil e imediata para gerar receitas, i.e taxando os portugueses até à exaustão.
O aumento da carga fiscal traz sérios riscos para a economia como um todo:
-Desencoraja o investimento.
-Contribui para o desemprego.
-Incentiva a economia paralela.
Será que nos pedem sacrifícios ou estão a abusar da nossa boa vontade?
Afinal quem é que faz o dinheiro?
Como é que o dinheiro entra na economia?
Como é feita a aceleração do dinheiro?
Quem paga pelos erros dos bancos e governos?
Será imoral pagar uma dívida imoral?
Será imoral a promiscuidade que existe entra a banca e os políticos?
Terá que haver uma solução!!!
Teremos que humanizar o processo económico-financeiro e criar condições para continuar a investir no futuro.
O perdão é o acto humano mais difícil de executar e aceitar.
A revolução pacífica e intelectual já começou.
Temos de perdoar e aceitar os actos irreflectidos e gananciosos das instituições financeiras e governos. Estes têm que perdoar os actos praticados pelos cidadãos e pequenas empresas, os seus excessos e a sua falta de lucidez no passado próximo.
Afinal, somos todos "um".
Ao longo dos anos o desenvolvimento económico escravizou-nos em vez de nos ajudar.
Estamos na pior crise financeira desde os anos 30 (Grande Depressão).
Dinheiro barato originou a bolha na imobiliária. Quando o dinheiro é barato o financiador irá emprestar até que não exista mais ninguém a quem o fazer. A Indústria financeira nos últimos anos tornou-se muito grande e altamente rentável. É inaceitável que este crescimento e este lucro tenham sido obtidos pela exploração da ignorância financeira do cidadão comum.
As execuções hipotecárias têm repercussão a nível de emprego, educação e o bem-estar das famílias e especialmente das crianças.
É necessário haver um "Moratirium" no que concerne a dívidas criadas.
É necessário pensar lateralmente, investigar e tentar arranjar soluções que até agora estavam fora de questão.
Ignorando tudo e todos, os nossos governantes estão a ir pela via mias fácil e imediata para gerar receitas, i.e taxando os portugueses até à exaustão.
O aumento da carga fiscal traz sérios riscos para a economia como um todo:
-Desencoraja o investimento.
-Contribui para o desemprego.
-Incentiva a economia paralela.
Será que nos pedem sacrifícios ou estão a abusar da nossa boa vontade?
Afinal quem é que faz o dinheiro?
Como é que o dinheiro entra na economia?
Como é feita a aceleração do dinheiro?
Quem paga pelos erros dos bancos e governos?
Será imoral pagar uma dívida imoral?
Será imoral a promiscuidade que existe entra a banca e os políticos?
Terá que haver uma solução!!!
Teremos que humanizar o processo económico-financeiro e criar condições para continuar a investir no futuro.
O perdão é o acto humano mais difícil de executar e aceitar.
A revolução pacífica e intelectual já começou.
Temos de perdoar e aceitar os actos irreflectidos e gananciosos das instituições financeiras e governos. Estes têm que perdoar os actos praticados pelos cidadãos e pequenas empresas, os seus excessos e a sua falta de lucidez no passado próximo.
Afinal, somos todos "um".
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896974763 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | maio de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 138 x 218 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 131 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Compendium |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
|
| EAN: | 9789896974763 |
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