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Pensamento Straight e Outros Ensaios

de Monique Wittig
Editor: Orfeu Negro, novembro de 2025 ‧
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Obra de referência do feminismo materialista que revolucionou os estudos de género, Pensamento Straight e Outros Ensaios reúne os mais importantes textos políticos e teóricos de Monique Wittig, escritos entre 1976 e 1990.

Assente na relação de domínio dos homens sobre as mulheres, a sociedade heterossexual produz nas estruturas de pensamento a doutrina da diferença entre os sexos para legitimar e perpetuar a exploração e opressão das mulheres.

«Entre as visões políticas feministas mais provocadoras e convincentes desde O Segundo Sexo. Estes ensaios representam a extensão radical da teoria de Simone de Beauvoir, o seu futuro lésbico inesperado. As ideias teóricas de Wittig são precisas e abrangentes, e o seu estilo teórico é ousado, incisivo e até mesmo devastador.»
Judith Butler

«Na literatura, como na política, Wittig procurava vozes e caminhos que se afastassem do ponto de vista «straight», das normas estabelecidas. Sonhava com as Amazonas, que defendia terem existido e sido «relegadas para a mitologia, como tudo o que podia ser uma ameaça para a sociedade masculina dominante».
Jean-Marie Durand, Les Inrockuptibles

Pensamento Straight e Outros Ensaios

de Monique Wittig

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899225305
Editor: Orfeu Negro
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 184 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789899225305

SOBRE O AUTOR

Monique Wittig

Monique Wittig (1935-2003), escritora, filósofa e teórica feminista, foi uma das figuras centrais dos movimentos feministas e lésbicos em França. O seu primeiro romance, L’Opoponax (1964), recebeu o Prémio Médicis, e As Guerrilheiras (1969, Antígona 2024), o seu trabalho mais influente, tornou-se um dos textos feministas mais lidos do século XX. Indissociável da sua obra literária e teórica, a militância política levou-a a envolver-se nas revoltas estudantis e operárias do Maio de 68; foi uma das fundadoras do Movimento de Libertação das Mulheres, a par de outros grupos feministas e lésbicos que se opuseram à sociedade patriarcal e à dominação sobre as mulheres. Em 1974, é uma das tradutoras das Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta. Mudou-se para os EUA em 1976, onde lecionou nas universidades de Nova Iorque, Berkeley e Duke e publicou os seus principais textos teóricos, mais tarde reunidos em Pensamento Straight e outros ensaios. A sua obra permanece uma referência do pensamento feminista e da teoria queer, influenciando autoras como Judith Butler e Virginie Despentes.

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