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Pássaros de Poente | Birds of Dusk

de João Pedro Porto
idioma: português, inglês
Editor: Letras Lavadas, maio de 2020 ‧
14,27€
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Nestes Pássaros de Poente | Birds of Dusk encontramos as margens que já intuíamos no caudal da narrativa de João Pedro Porto, margens dantes encobertas e agora ousadas, onde o poeta desencanta palavras e vozes improváveis numa atmosfera carregada de lirismo.

Desde a ilustração até ao último verso, este é um livro em que a promessa de voar nos lança numa viagem que rouba a redundância à escrita e à leitura para criar o acto arriscado de escrever e de se auto ler, mostrando que não existem interpretações fixas.

É na instabilidade de sentidos que se justifica a leitura das duas versões, em português e em inglês, pois que nenhuma substitui a outra. Cada uma é, à sua maneira, um original, um olho aberto ao mundo, sol e sombra, página a página.

Pássaros de Poente | Birds of Dusk

de João Pedro Porto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897352652
Editor: Letras Lavadas
Data de Lançamento: maio de 2020
Idioma: Português, Inglês
Dimensões: 139 x 200 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 110
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia
Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897352652

SOBRE O AUTOR

João Pedro Porto

Nasceu nos Açores em 1984. Com um universo literário muito particular e uma ampla produção, tem publicados vários romances, livros de contos e de poesia. Foi vencedor do Prémio Literário Natália Correia em 2025. Artur do Cruzeiro Seixas, mestre do surrealismo português, disse de cada palavra sua estar «grávida de outra».
Mário Cláudio qualificou-o como «uma voz que se impõe, com direito confirmado à eternidade possível».
Helder Macedo descreve a sua obra como «notável e literariamente corajosa».
Paulo José Miranda diz-nos que «o seu domínio da linguagem lembra o de um virtuoso com os dedos sobre o piano tocando Liszt».
João de Melo garante-o «um talento que apodaria de hiperbólico».
E, sobre a sua escrita, Valter Hugo Mãe escreveu: «Reverberam séculos nas suas construções. Um invasor absoluto, um denunciador. João Pedro Porto é cénico, performativo, esdrúxulo, temperamental, mas sem arrogância. Apenas luxuoso, desse luxo de poder fazer».

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