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Pasiphaé : Ou Comment L'On Devient La Mère Du Minotaure

de Fabrice Hadjadj
idioma: francês
Editor: DESCLEE DE BROUWER, fevereiro de 2009 ‧
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Comment devient-on la mère d'un enfant à tête de veau ? c'est ce que nous raconte le mythe si moderne de pasiphaé, reine de crète et maman de phèdre comme du minotaure. Frappée de folle passion pour un taureau blanc, elle demande à dédale de lui fabriquer une machine de vache oú s'étendre et s'accoupler avec la bête. si bien que son époux, le volage minos, va se retrouver cocu sous d'incroyables cornes. une pièce très actuelle, donc, sur les noces du désir et de la technique, avec leur petite fabrique de monstres, mais aussi sur ce trou béant au milieu de la femme, oú la vie se donne dans son drame toujours nouveau.

Pasiphaé : Ou Comment L'On Devient La Mère Du Minotaure

de Fabrice Hadjadj

Propriedade Descrição
ISBN: 9782220060927
Editor: DESCLEE DE BROUWER
Data de Lançamento: fevereiro de 2009
Idioma: Francês
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782220060927

SOBRE O AUTOR

Fabrice Hadjadj

Fabrice Hadjadj nasceu em 1971, em Nanterre, numa família judaica de origem tunisina. Cresceu num ambiente secularizado e ideologicamente marcado pelo maoísmo, o que contribuiu para uma juventude atravessada por inquietações de carácter niilista. A sua primeira publicação, Objet perdu (1995), é uma coletânea com tonalidade niilista, organizada em colaboração com Claude Alexandre e John Gelder, que inclui textos de diversos autores, entre os quais Michel Houellebecq. Em 1998, confrontado com a doença do pai, iniciou uma intensa busca espiritual que o conduziu à fé cristã, tendo sido batizado na Abadia de Solesmes. Ainda assim, evita tratar esse momento como um ponto final, afirmando que a conversão «não é uma tarefa acabada, mas uma prova que permanece até à morte». Hadjadj tem lecionado filosofia e literatura na periferia de Paris e em Toulon, sendo atualmente diretor do Instituto Philantropos, na Suíça. Entre 2014 e 2016, foi membro do Pontifício Conselho para os Leigos, por nomeação do Vaticano. A sua obra distingue-se por um estilo vigoroso e refletido, em que a filosofia, a fé e a crítica cultural se entrelaçam numa escrita simultaneamente incisiva e pessoal.

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