Paraíso de Coura
Editor:
Tinta da China, agosto de 2024 ‧
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SINOPSE
«Escrevi há anos que o Festival de Coura devia ser prescrito pelos médicos e descontado no IRS. As pessoas tinham de ser mandadas para Coura nem que à força de dois empurrões, porque tudo no Festival nos cura. Já vi muita gente a melhorar da tristeza, mas também da marreca, do pasmo sem sentido, da inveja, da fealdade ou da gripe. Em Coura curam-se maleitas severas, como a virgindade depois da puberdade, essa coisa que começa a apodrecer. A maravilha aqui não se explica, ela é pura lucidez. Só de chegarmos à Praia do Taboão, onde instalam a festa, tudo aparece mais que a Nossa Senhora. Aparecem manifestações solares à meia-noite, estrelas mesmo verdadeiras que andam perto e que podem até vir do peito de alguém. Toda a gente é bela e aprende a amar.» Valter Hugo Mãe
«A santa terra do rock» «Neste mergulho no espírito profundo de um acontecimento a que chamamos festival de música, Alfredo Cunha mostra-nos o que é, o que existe, aquilo que se transforma. A paisagem natural intocada, a paisagem urbana viva, a romaria, o som em imagem da celebração que acontece no palco, na plateia e em todo o redor, os rostos dos que chegam para participar, dos que oferecem o seu trabalho para que tudo aconteça, daqueles que estão aqui desde sempre, enxada às costas, mato morto carregado ao colo para a queimada, para que a terra volte a germinar e florescer.» Mário Lopes
«É uma vila, chamam-lhe festival»
«A santa terra do rock» «Neste mergulho no espírito profundo de um acontecimento a que chamamos festival de música, Alfredo Cunha mostra-nos o que é, o que existe, aquilo que se transforma. A paisagem natural intocada, a paisagem urbana viva, a romaria, o som em imagem da celebração que acontece no palco, na plateia e em todo o redor, os rostos dos que chegam para participar, dos que oferecem o seu trabalho para que tudo aconteça, daqueles que estão aqui desde sempre, enxada às costas, mato morto carregado ao colo para a queimada, para que a terra volte a germinar e florescer.» Mário Lopes
«É uma vila, chamam-lhe festival»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896717834 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | agosto de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 171 x 205 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 216 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Fotografia
|
| EAN: | 9789896717834 |
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