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Palavra de Cardo

de Edgardo Xavier

editor: MoDocromia, junho de 2018
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A leitura deste novo livro de Edgardo Xavier é um regresso ao tema dominante da sua poesia: o amor como pulsão ávida de posse e de entrega total. o regresso é do leitor, já que o poeta persiste no tema do qual, a avaliar pelos vários livros de poesia que dele conheço, nunca se afastou. a poesia de Edgardo Xavier é de um amor vivo, revivido e interminável.

O cardo não é uma flor macia nem frágil. ao escolhê-la para título, o poeta diz ao que vem. Não são de estranhar verbos como arranhar, morder ou raspar. a poesia de Edgardo Xavier é feita de palavras diretas, nuas e cruas, sem embelezamentos formais. É poesia sem corantes e sem conservantes. Palavra servida em bruto, assim como a resposta desejada: Quero de ti / raspada / a palavra que responda / aos meus uivos [Lobo Alfa, p. 14]. Esta brutalidade, esta crueza formal é o primeiro sinal de autenticidade da poesia de Edgardo Xavier. [...]
Do Prefácio de Carlos Campos

Palavra de Cardo

de Edgardo Xavier

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895402588
Editor: MoDocromia
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 219 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 134
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895402588
Edgardo Xavier

Natural de Huambo, Angola, (1946 - 8-7-2023) Rogério Edgar Martins Xavier que assumiu Edgardo Xavier como nome artístico.
Poeta, escritor, pintor, escultor e crítico de artes plásticas, nasceu em Nova Lisboa, atual Huambo, Angola, em 1946. Diretor da Galeria Tempo, Lisboa, de 1986 a 1990, foi Comissário das Bienais de Óbidos e integrou a Organização das Bienais de Vila Nova de Cerveira (I, II e IV). Como Diretor Artístico fez parte da Organização da I Feira de Arte Contemporânea do Estoril – 2003.
Era membro da Associação Internacional de Críticos de Arte – A.I.C.A./Portugal.
Enquanto crítico, foi comissário das Bienais de Óbidos e da Organização das Bienais de Cerveira (I, II e IV), escreveu numerosos textos de apresentação, quatro livros como crítico de artes plásticas e, de 2007 a 2021 publicou poesia: "Amor Despenteado","Corpo de Abrigo", "Canto da Pedra", "Íntima Idade", "Lisboa", "Azul como O Silêncio", "Escrita Rouca", "Palavra de Cardo", "Vermelho" e "Não Pises As Formigas". Em 2018 publicou "Loengo" livro de contos e, em 2020, de parceria com Ernesto Matos, "Imagine Hominum", livro que reúne 181 textos de prosa. 2021- Chocolate/contos, livro que integra o Plano Nacional de Leitura. Em parceria com o artista Nélio Saltão, escreveu 64 textos de enorme beleza ao lado do mesmo número de ilustrações. Falamos de "Maçã Azul", 2021. Participou em numerosas coletâneas, revistas, jornais e, enquanto pintor, escritor, poeta ou crítico integrou programas da rádio e da televisão.
Está representado no Museu Municipal do Sabugal, Museu Nacional de Antropologia de Angola, Museu de Arte Contemporânea de Goiás – Goiânia, Brasil, Museu da Bienal de Cerveira, Câmara Municipal da Amadora, Câmara Municipal do Seixal, Sonangol, Estoril-Sol, etc.
Escreveu álbuns, ensaios, monografias e livros de poesia e contos, designadamente sobre Manuel Cargaleiro, Neves e Sousa, Carlos Lança, Roberto Chichorro, Michael Barrett e Paulo Ossião, entre outros.

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