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Oscar Peterson: Mi Vida En El Jazz

de Oscar Peterson
idioma: espanhol
Editor: Libros del Kultrum, setembro de 2025 ‧
22,42€
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Por culpa de las azarosas andanzas que ensombrecían las vidas de algunos músicos de jazz ?demonizados, incomprendidos y, a menudo, asediados por el impío azote de las «buenas costumbres» burguesitas? y de otros adláteres de la farándula, abunda la tendencia, entre quienes nos legan sus memorias, a no bajar la guardia frente a la sociedad iempensante; lacra esta que, en no pocos casos, hace que las autobiografías tiendan a ser poco sinceras cuando no pasto de la más atroz censura (como sucediera con las de Billie Holiday). El legendario pianista canadiense evita, con ejemplar solvencia, este efecto edulcorado en su introspectiva y, a menudo reveladora, prepóstuma auditoría interna. Jugando a su antojo conla cronología cual solista en pleno trance improvisatorio, recorre el largo camino hasta su consagración, pero con frecuencia desvía el discurso para trazar sentidas semblanzas de otros grandes del jazz y compañeros de armas, o reflexionar sobre la política, el racismo y su propia vida. La carrera de Oscar Peterson abarca más de cinco décadas, tiempo en el que grabó más de un centenar de álbumes, y fue galardonado con numerosas distinciones ?como las concedidas en los Grammy, el Black Theatre Workshop, el Peabody Conservatory of Music o la Academia Nacional de Artes y Ciencias de la Grabación? y con el ingreso en el Salón de la Fama del Jazz. Compartió escenario, camerino y las incomodidades propias de la carretera ?así como el hostigamiento y las vejaciones de sus racistas convecinos? con grandes del género como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Billie Holiday, Count Basie, Nat King Cole, Louis Armstrong o Duke Ellington.Tras un pormenorizado y agradecido repaso a sus primeros tientosestudiantiles, accede el lector a la crónica de las vivencias de una de las épocas acaso más fascinantes de la historia del jazz: la década de los cuarenta, cuando Peterson se batía el cobre con la Johnny Holmes Orchestra en Montreal y conoció a Norman Granz, el apoderado, productor, promotor, amigo y fiel consejero que lanzaría su carrera al estrellato. Por invitación de este, se uniría a la mítica JATP [Jazz at the Philharmonic], con la que viajaría por doquier; además de hacer lo propio con todos los tríos ue formaría a lo largo de su dilatada y triunfal carrera, con artistas de la talla de Ray Brown, Barney Kessel, Louis Hayes, Joe Pass, Niels-Henning Ørsted Pedersen, Jeff Hamilton, Herb Ellis o Ed Thigpen.Se acompaña esta edición con el acceso, vía código QR (ver página 319), al repertorio de la compilación en CD que llevaba por título A Jazz Odyssey y que acompañaba en 2002 a la edición original de estas memorias.

Oscar Peterson: Mi Vida En El Jazz

de Oscar Peterson

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418404696
Editor: Libros del Kultrum
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 230 x 150 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Música
EAN: 9788418404696

SOBRE O AUTOR

Oscar Peterson

Oscar Peterson (15 de agosto de 1925 – 23 de dezembro de 2007) foi um dos pianistas de jazz mais influentes e respeitados da história da música. Nascido em Montreal, Canadá, Peterson começou a aprender piano ainda criança, inicialmente inspirado pela sua irmã mais velha e posteriormente orientado pelo pianista húngaro Paul de Marky, que o introduziu à técnica e ao estilo de tocar de Franz Liszt. Embora tenha começado com música clássica, Peterson foi profundamente atraído pelo jazz, particularmente pelas gravações de artistas como Art Tatum, que se tornou uma das suas maiores influências.

Ao longo da sua carreira, Oscar Peterson desenvolveu uma técnica pianística notável, combinando uma execução veloz e precisa com uma expressividade emocional profunda. Ele era capaz de tocar com uma clareza e força extraordinárias, o que lhe permitia explorar tanto a complexidade rítmica do bebop quanto a fluidez do swing e do blues. A sua destreza técnica foi muitas vezes comparada à de grandes pianistas clássicos, mas foi no jazz que ele realmente deixou a sua marca.

Oscar Peterson ganhou fama internacional na década de 1940, depois de ser descoberto pelo produtor e empresário Norman Granz, fundador do selo Verve e organizador dos concertos Jazz at the Philharmonic. A partir daí, Peterson tornou-se um dos artistas principais desses concertos, que reuniam alguns dos maiores nomes do jazz. O seu trabalho com o Jazz at the Philharmonic foi crucial para solidificar a sua reputação, levando-o a colaborar com lendas como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Charlie Parker e Louis Armstrong.

Nos anos 1950, Oscar Peterson formou o icónico Oscar Peterson Trio, que inicialmente incluía Ray Brown no contrabaixo e Herb Ellis na guitarra. Este trio estabeleceu um novo padrão de excelência no jazz, particularmente na forma como combinava a improvisação solta com um sentido rigoroso de estrutura musical. O trio produziu alguns dos álbuns mais importantes da carreira de Peterson, incluindo Night Train (1963), um dos discos mais celebrados de sempre no jazz, conhecido pela sua abordagem única ao blues e ao swing.

Oscar Peterson também foi um educador comprometido, dedicado a transmitir o seu conhecimento e amor pelo jazz a novas gerações de músicos. Ele publicou vários livros e tutoriais de piano, e o seu estilo influenciou profundamente pianistas que vieram depois dele, como Herbie Hancock e Chick Corea. A sua abordagem ao jazz foi caracterizada pela fusão de uma técnica rigorosa com uma paixão profunda pela improvisação, resultando numa música que é tanto cerebral quanto emocionalmente ressonante.

A sua carreira foi interrompida em 1993 por um derrame que limitou a mobilidade da sua mão esquerda. No entanto, Peterson continuou a tocar e a gravar, adaptando o seu estilo às suas novas limitações físicas. Este período da sua vida mostrou não apenas a sua resiliência como artista, mas também a sua devoção inabalável à música.

Oscar Peterson recebeu inúmeros prémios ao longo da sua vida, incluindo oito Grammy Awards, e foi nomeado Companheiro da Ordem do Canadá, a mais alta honra civil do país. A sua contribuição para o jazz é imensurável, e ele é lembrado como um dos maiores pianistas da história, cujo legado continua a influenciar músicos e a encantar audiências em todo o mundo. A sua música, rica em técnica e emoção, permanece uma parte vital do património cultural do século XX.

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