Os Sete Loucos
SINOPSE
Publicado em 1929, em vésperas da ditadura argentina, que antecipou de forma profética, Os sete loucos é considerado um dos romances que inauguram a moderna literatura argentina e fonte de inspiração para autores como Cortázar, Sábato e Onetti.
Uma obra-prima literária de visionarismo e ironia, uma «viagem ao fim da noite» em tons sul-americanos.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Foi um dos nossos maiores profetas.»
Julio Cortázar
«Cada página diz coisas fortes, nenhuma página é desperdiçável.»
Gonçalo M. Tavares
«Os sete loucos, o extravagante, estrepitoso, originalíssimo, rebuscado, ousado, popular, anárquico romance do argentino Roberto Arlt! (…) em português, ó raivosa alegria!»
Jorge Silva Melo
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896232030 |
| Editor: | Cavalo de Ferro |
| Data de Lançamento: | março de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 226 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 264 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896232030 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Teoria da cretinice em BD ilustrada de alta qualidade
Ana
Este é um enredo cebola. Pelo menos, é como lhes chamo, àqueles que têm várias camadas; excelente anti jargão, não acham? Como é que ele foi capaz? É um dos segredos das grandes obras. Outro será a sua intemporalidade. Pois é, Arlt articula processos individuais, grupais e comunitários, qual malabarista, sem deixar cair nenhum, para nos expor como é possível alimentar a destruição de uma democracia e a construção de uma ditadura. E, articuladamente, desenvolve uma estória de repressões, frustrações, carências, desejos e necessidades sexuais e amorosas. A certa altura, fez-me lembrar os alertas de William Reich (“Escuta Zé Ninguém”, “A Função do Orgasmo”): deixarmos que nos manietem, controlem os nossos corpos e as nossas emoções, é o fim de aprendermos a usar (bem) as nossas liberdades. Arlt foi um espertalhão. Sabendo da nossa limitada capacidade de atenção e concentração, começa com capítulos curtinhos, parágrafos bem desenhados e ilustrados; quase (mas não totalmente) independentes. Cada capítulo podia ser uma tira de banda desenhada, cada parágrafo um quadradinho. Então, é assim, deve ler-se como se fosse BD de qualidade, apreciando em cada quadradinho o grafismo, o estilo artístico, os sombreados, as cores, os padrões, os enquadramentos, os cenários, as expressões… Tradução cuidada, capa que vale um quadro; 1ª edição de 2015!? O que é que se passa convosco, malta? A Cavalo de Ferro apaixona desde que foi criada. Inteligente, cativante, carinhosa, responsável, dedicada, culta, atrevida… por favor, retribuam; precisamos dela, para ajudar a combater a cretinice, a defender os valores que nos permitem ter acesso a obras como esta.
Teoria da cretinice em BD ilustrada de alta qualidade
Ana
Este é um enredo cebola. Pelo menos, é como lhes chamo, àqueles que têm várias camadas; excelente anti jargão, não acham? Como é que ele foi capaz? É um dos segredos das grandes obras. Outro será a sua intemporalidade. Pois é, Arlt articula processos individuais, grupais e comunitários, qual malabarista, sem deixar cair nenhum, para nos expor como é possível alimentar a destruição de uma democracia e a construção de uma ditadura. E, articuladamente, desenvolve uma estória de repressões, frustrações, carências, desejos e necessidades sexuais e amorosas. A certa altura, fez-me lembrar os alertas de William Reich (“Escuta Zé Ninguém”, “A Função do Orgasmo”): deixarmos que nos manietem, controlem os nossos corpos e as nossas emoções, é o fim de aprendermos a usar (bem) as nossas liberdades. Arlt foi um espertalhão. Sabendo da nossa limitada capacidade de atenção e concentração, começa com capítulos curtinhos, parágrafos bem desenhados e ilustrados; quase (mas não totalmente) independentes. Cada capítulo podia ser uma tira de banda desenhada, cada parágrafo um quadradinho. Então, é assim, deve ler-se como se fosse BD de qualidade, apreciando em cada quadradinho o grafismo, o estilo artístico, os sombreados, as cores, os padrões, os enquadramentos, os cenários, as expressões… Tradução cuidada, capa que vale um quadro; 1ª edição de 2015!? O que é que se passa convosco, malta? A Cavalo de Ferro apaixona desde que foi criada. Inteligente, cativante, carinhosa, responsável, dedicada, culta, atrevida… por favor, retribuam; precisamos dela, para ajudar a combater a cretinice, a defender os valores que nos permitem ter acesso a obras como esta.
Uma loucura
Pedro Santos
Livro muito importante no panorama cultural argentino. Uma obra verdadeiramente original e cativante
Uma loucura
Pedro João Moura
Esta obra tem um enredo verdadeiramente original, que está recheado de momentos memoráveis. Erdosain, personagem principal do livro, entrou instantaneamente para o meu panteão pessoal. Um olhar terno e absurdo sobre a existência humana e sobre a dinâmica e a revolta social.
muito bom
Henrique
o melhor livro do melhor escritor argentino do sec 20
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