10% de desconto

Os Mortos não dão Autógrafos

de Francisco Nicholson
Editor: A Esfera dos Livros, novembro de 2014 ‧
17,00€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis
O jornalista Rui Alvorada acorda no hospital depois do portentoso tareão com que quatro jagunços cobardolas o brindaram. Uma ideia aflora-lhe imediatamente o pensamento: «Estou a reviver a história do meu pai, vítima de uma canalhice que o atirou para uma cama como esta. A mesma história com protagonistas diferentes.» Quando, treze anos antes, entrou no velório do pai, ficou estupefacto. Estava cheio de gente que lhe dava as condolências, que lhe dizia que Jaime Risco tinha sido um grande jornalista. Mas, para além dos elogios ao jornalista, havia também os elogios ao Homem, ao combatente pela liberdade, e, em surdina, ao amante. Rui opta por seguir os passos do pai, mas cedo percebe que tem de se superar se quer deixar de ser o filho do Jaime Risco e passar a ser um jornalista reconhecido. Mas há muito mais para descobrir sobre aquele homem, que se perdia pelo belo sexo, por uma noite de copos ou por uma investigação jornalística que pusesse a nu os podres dos políticos. E nada melhor do que investigar o mundo da política e do crime organizado, com passagens pelo parlamento, por eleições cacicadas e multinacionais da droga, para ficar a conhecer o seu pai e conhecer-se a si próprio. Francisco Nicholson, num tom irónico e com um humor inteligente, apresenta-nos, no seu romance de estreia, uma história singular passada num Portugal manipulado pelos políticos e pelos grandes interesses, onde o amor, a amizade e a coragem se cruzam com jogos de poder, ganância e ambição.

Os Mortos não dão Autógrafos

de Francisco Nicholson

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896266288
Editor: A Esfera dos Livros
Data de Lançamento: novembro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 234 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 312
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896266288

Os Mortos não dão Autógrafos

Rui Pinto

Excelente. Um livro fantástico, que nos relata alguns episódios não muito longínquos da nossa política, do tráfego da droga e do crime organizado. Uma história bem camuflada e com um humor brilhante, do qual era proprietário, Francisco Nicholson. Recomendo vivamente.

Uma biografia 5 estrelas

Diogo

Vou ser sincero. Nunca tinha lido nada neste género. Sempre fui mais de romances , polícias e ficção científica. Mas este livre, começando pelo título e depois o seu conteúdo, cativou-me imenso. Uma autobiografia deveras interessante. Com uma linguagem fácil de entender e extremamente bem escrito. Nao tenho como não recomendar este livro :)

Os Mortos Não Dão Autógrafos

Rui Pinto

Excelente. Um livro fantástico, que nos relata alguns episódios não muito longínquos da nossa política, do tráfego da droga e do crime organizado. Uma história bem camuflada e com um humor brilhante, do qual era proprietário, Francisco Nicholson. Recomendo vivamente.

Um dos melhores livros que li

Isabel Rodrigues

Há muitos anos que acompanhava a carreira do autor. Um excelente guionista e um belissimo escritor. Gostei imenso do livro, devorei cada página. Uma história actual, escrita com grande sentido de humor. A vida de um jornalista, a importância de um nome, a censura, a vida politica apresentada de uma forma acutilante e ao mesmo tempo divertida. Ansiava pelo seu próximo livro.

SOBRE O AUTOR

Francisco Nicholson

Francisco Nicholson começou a fazer teatro, com 14 anos, no antigo Liceu Camões. Fez estudos em Paris, frequentando a Academia Charles Dullin, do Théatre Nacional Populaire. Fez parte dos elencos da Companhia Nacional de Teatro e do Teatro Estúdio de Lisboa. Raul Solnado convidou-o para inaugurar o Teatro Villaret, integrando o elenco da peça O Inspector Geral, de Nicolau Gogol. Mas foi no Teatro ABC que se popularizou com o teatro de revista. Tendo-se estreado com O Gesto é Tudo, é com Bikini que se afirma como autor, actor e encenador. Depois, no Teatro Monumental, dirige e interpreta o musicado Férias em Lisboa. Regressa ao ABC com É o Fim da Macacada, que escreve (com Gonçalves Preto e Rolo Duarte) e encena, Pró Menino e Prá Menina e Tudo a Nu, em que é um dos autores, intérprete e encenador. E é, precisamente, Tudo a Nu que está em cena, com grande êxito, no Teatro ABC no dia 25 de Abril de 1974. Foi um dos impulsionadores (fundadores) do Teatro adoque, que revolucionou o conceito do Teatro de Revista. Na televisão, dá-se a conhecer com Riso e Ritmo (1964), programa em que foi autor, actor e produtor (com Armando Cortez e José Mensurado). Dirigiu e interpretou vários programas como O Canto Alegre. Foi o autor de Vila Faia, a primeira telenovela portuguesa. Foi também autor de outras novelas e séries para televisão, como Origens (1983), Cinzas (1992), Os Lobos (1998), Ajuste de Contas (2000), Ganância (2001), O Olhar da Serpente (2002), entre outras. Em cinema, assina os guiões dos filmes Operação Dinamite (1967) e Bonança & Cª (1969) de Pedro Martins. Na imprensa, colaborou no suplemento A Mosca do Diário de Lisboa e em A Bola, Diário Popular, Capital, Jornal de Notícias, Norte Desportivo, Revista R&T. Entre alguns prémios conquistados foi distinguido com a "medalha de ouro de mérito cultural" atribuída pela Câmara Municipal de Lisboa. Também foi galardoado pela autarquia de Oeiras.

(ver mais)

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU