Os Melhores Tempos

de Marta Sanz Pastor
Editor: Editora Minotauro, fevereiro de 2011 ‧
Aos 35 anos, Mário, o protagonista, confronta-se com o facto de os pais, já na terceira idade, se terem divorciado, ao mesmo tempo que vê que o seu próprio casamento começa a ter problemas. Recorda, então, a sua infância numa povoação costeira onde os pais, lutadores antifranquistas, se haviam instalado. Pais progressistas, roupas progressistas, festas progressistas conformam a paisagem daquela infância que o menino e protagonista vive com a desagradável sensação de anormalidade. Sonha ser uma criança normal, com pais normais, e a partir desse desejo de normalidade vai construindo um lugar no mundo que se opõe ao dos seus pais. As razões que os levaram a viver assim e as razões que os levaram, por fim, a separar-se, acabando por compreender e amar essa herança indesejada que a vida lhe pôs à frente. Um romance paradoxalmente alegre que confirma o talento da sua autora para entrelaçar com mestria a grande História - o franquismo, a transição - com as pequenas histórias quotidianas e individuais

Os Melhores Tempos

de Marta Sanz Pastor

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724416380
Editor: Editora Minotauro
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 216 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 268
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724416380

SOBRE O AUTOR

Marta Sanz Pastor

Marta Sanz Pastor (Madrid, 1967) é uma escritora espanhola, Doutorada em literatura contemporânea com uma tese sobre a poesia espanhola durante a transição (1975-1986). A sua carreira começou no momento em que se inscreveu num ateliê de escrita da Escola de Letras de Madrid onde conheceu o editor Constantino Bértolo, que publicou as suas primeiras novelas na editora Debate. Foi finalista do Prémio Nadal em 2006 com a novela Susana y los viejos. Na sua novela La lección de anatomía (2008) usou a sua própria biografia como material literário.Além da sua obra como novelista também escreveu contos, poesia e ensaios e exerceu crítica literária em diversos meios. Deu aulas na Universidade Antonio de Nebrija, em Madrid, e dirigiu a revista literária Ni hablar. Colabora habitualmente com os jornais El País (com crónicas de viagens no suplemento El Viajero) e no Público (na secção Culturas).

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