Os Jardins Iniciáticos da Quinta da Regaleira

de José Manuel Anes
Editor: Ésquilo, dezembro de 2005 ‧
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«A Quinta da Regaleira, com os seus jardins, poços, grutas e capela, sugere, pois, fortemente, um percurso iniciático (simbólico ou real) que une, de um modo coerente e evolutivo, os diversos locais simbólicos e míticos nela presentes, na perspectiva da Iniciação aos Mistérios em geral e de diversas iniciações esotéricas em particular: todas as que seguem esse ‘arquétipo’, isto é, o de um caminho que vai das Trevas à Luz.»
José Manuel Anes

O presente livro faz uma síntese actualizada das investigações do autor sobre esta Quinta maravilhosa, onde o Paganismo e o Cristianismo se harmonizam exemplarmente, estudando-a a partir do ‘centro de gravidade’ que são os seus Jardins Iniciáticos, dos quais decorre a leitura da Regaleira no seu todo. Propõe-se também aos leitores, através do texto e da imagem, um percurso ‘iniciático’ pela Quinta – com referências às correntes literárias, religiosas, espirituais e esotéricas ocidentais –, convidando-os a uma vivência deste riquíssimo e fascinante imaginário que, para alguns, poderá ter ainda uma marcante dimensão espiritual.

Os Jardins Iniciáticos da Quinta da Regaleira

de José Manuel Anes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728605636
Editor: Ésquilo
Data de Lançamento: dezembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 210 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo
Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789728605636
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

José Manuel Anes

Investigador das espiritualidades e das religiosidades (das antigas às novas, das tranquilas às violentas, das exotéricas às esotéricas), estuda desde 1989 a Quinta da Regaleira tendo começado a publicar diversos artigos e livros sobre a obra de Carvalho Monteiro e Luigi Manini, a partir de 1990-91. Tem sido um dos maiores divulgadores da Regaleira, particularmente na sua dimensão simbólica, mítica e iniciática. Foi por sua iniciativa que ela foi classificada pelo IPPAR como imóvel de interesse público.

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