Os Fidalgos da Casa Mourisca Braille

12 Volumes

de Júlio Dinis
Editor: Santa Casa Misericórdia Porto, Janeiro de 2024 ‧
Os Fidalgos da Casa Mourisca foi o último romance escrito por Júlio Dinis, tendo sido publicado em 1871, já depois da sua morte.
Narra a vida de uma família nobre de Vilar de Corvos atingida por diversas tragédias. Na Casa Mourisca, vivem agora apenas o velho fidalgo D. Luís, abalado pela morte da mulher e da filha mais nova, e os filhos Jorge e Maurício. São estes que tentam reverter a decadência familiar, devolvendo prestígio à casa e trazendo prosperidade às suas terras.
O drama surge na relação amorosa entre Jorge e Berta da Póvoa, filha do antigo caseiro de D. Luís, que regressa à povoação depois de ter sido educada na cidade.

Os Fidalgos da Casa Mourisca

12 Volumes

de Júlio Dinis

Propriedade Descrição
ISBN: 5600000001857
Editor: Santa Casa Misericórdia Porto
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 210 x 297 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Braille > Literatura > Romance
EAN: 5600000001857

SOBRE O AUTOR

Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.

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