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Os Ditos do Monge Durião Secreto

de Rémi Boyer
Editor: Zéfiro, agosto de 2025 ‧
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Simultaneamente tradicionais e inesperados, Os Ditos do Monge Durião Secreto constituem um tratado de Filosofia do Despertar e de Via Directa.

Consagrado à Tradição Serpentina e Adamantina, este volume incoerista é composto por três livros:

- Os Ditos do Monge Durião Odorífero inscrevem-se na tradição dos monges loucos.
- Os Ditos do Monge Durião Luminoso compõem um ensaio de metafísica não-dual, próximo da doutrina do Reconhecimento.
- Os Ditos do Monge Durião Secreto reúnem, em linguagem crepuscular, os arcanos terminais de certas tradições de alquimia interna associadas aos Nagas, tradições que deixaram vestígios em todo o mundo indo-europeu.
A obra, ilustrada com três trabalhos surpreendentes do pintor Jean-Gabriel Jonin, é introduzida por um texto de Lao Hon Vai:

«A obra de Rémi Boyer consagra o fim de um ciclo de despertar.
Como em François Rabelais, é preciso quebrar o osso para encontrar a substantífica Medula.
Como em Dom Quixote de la Mancha.
Ou em André Breton, Sarane Alexandrian, Lima de Freitas…
De tudo o que se faz nada fica bloqueado.
Partir, ficar, tudo é igual.
Não há despertar no despertar directo.
O não-vazio é a verdadeira vacuidade.
Treinar a mente a guardar o silêncio é como, acessoriamente, afastar-se dos vícios.
O monge errante, que volta a partir em peregrinação, com a sua umbrela..»

Os Ditos do Monge Durião Secreto

de Rémi Boyer

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896772154
Editor: Zéfiro
Data de Lançamento: agosto de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 131 x 200 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 182
Tipo de produto: Livro
Coleção: Vanguarda & Tradição
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo
EAN: 9789896772154

SOBRE O AUTOR

Rémi Boyer

Nascido em 1958, Rémi Boyer começou desde cedo a exploração do mundo das Vanguardas, da Iniciação e das Filosofias do Despertar. Trabalha, desde então, para uma nova aliança entre as filosofias do Despertar e as vanguardas artísticas. Membro da Société des Gens de Lettres, considera a Literatura como uma forma de metafísica, tendo-se envolvido ativamente no movimento das revistas desde os Anos 80, nomeadamente na experiência excecional da revista de tradições e vanguardas, L’Originel, dirigida por Charles Antoni, e, mais tarde, no seio de Pris de Peur e Mange Monde, revistas da Casa dos Surrealistas de Cordes-sur-Ciel, dirigidas por Paul Sanda. Também colabora ou colaborou com inúmeras revistas europeias, entre as quais L’écho des poneys, Supérieur Inconnu, Place aux sens, La Soeur de l’Ange, Initiera, Cahiers chroniques, Historia occultae, etc. Contribui igualmente, desde 2007, para os magazines eletrónicos Vendémiaire e La faute à Diderot. Dirige, desde 1992, a revista L’Esprit des Choses, especializada na filosofia de Louis-Claude de Saint-Martin, no Martinismo e na Franco-maçonaria, assim como, desde 1996, a crónica literária La Lettre du Crocodile. Dirige atualmente a coleção Grimoires nas Edições Rafael de Surtis. Depois de ter assegurado a edição da obra de Claude Bruley, acaba de lançar, na mesma editora, os Cadernos de Lima de Freitas, sob a égide da Sociedade de Estudos e Investigação sobre o Quinto Império. Lusófilo, Membro do Movimento Internacional Lusófono, autor de uma vintena de ensaios traduzidos em várias línguas, mais particularmente em português, é também autor de novelas, poemas, contos filosóficos e textos destinados à animação da discussão filosófica com crianças. Calígrafo, impregnado pela cultura oriental, ilustra por vezes ele próprio os seus livros e apela geralmente a artistas originais como Lima de Freitas, Jean-Gabriel Jonin, Virginie Rapiat.

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